Administração Pública sai hoje à rua
A manifestação nacional que a Frente Comum de Sindicatos promove esta tarde, em Lisboa, estava a ter «uma adesão, de dia para dia, mais elevada». Os trabalhadores concentram-se na Praça dos Restauradores, a partir das 14.30 horas, seguindo depois em desfile até à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento.
Pela primeira vez, revelou aquela estrutura, vão estar numa acção de luta da Administração Pública elementos da GNR, da PSP, da Guarda Prisional, da Polícia Marítima, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e da Polícia Judiciária, que, tal como os restantes trabalhadores do sector, contestam as medidas que o Governo anunciou, a pretexto da redução do défice das contas públicas.
Os trabalhadores do Estado «já tinham, quer em termos gerais, quer sectoriais, bastantes motivos de descontentamento deste Governo», mas «as medidas anunciadas no passado dia 25 constituem uma escalada na ofensiva contra os nossos direitos», protestou a Frente Comum.
Sob fogo estão «direitos fundamentais conquistados ao longo dos últimos 30 anos, como um regime de aposentação próprio, um sistema de carreiras e o direito ao emprego público» – ameaças que «outros governos tentaram e não conseguiram» e que «está agora o actual Governo a procurar concretizar, contrariando promessas eleitorais que fez e que já esqueceu».
A Frente Comum lembra ainda que os trabalhadores da Administração Pública «são igualmente penalizados com as medidas que afectam todos aqueles que trabalham e que têm mais baixos recursos».
Pela primeira vez, revelou aquela estrutura, vão estar numa acção de luta da Administração Pública elementos da GNR, da PSP, da Guarda Prisional, da Polícia Marítima, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e da Polícia Judiciária, que, tal como os restantes trabalhadores do sector, contestam as medidas que o Governo anunciou, a pretexto da redução do défice das contas públicas.
Os trabalhadores do Estado «já tinham, quer em termos gerais, quer sectoriais, bastantes motivos de descontentamento deste Governo», mas «as medidas anunciadas no passado dia 25 constituem uma escalada na ofensiva contra os nossos direitos», protestou a Frente Comum.
Sob fogo estão «direitos fundamentais conquistados ao longo dos últimos 30 anos, como um regime de aposentação próprio, um sistema de carreiras e o direito ao emprego público» – ameaças que «outros governos tentaram e não conseguiram» e que «está agora o actual Governo a procurar concretizar, contrariando promessas eleitorais que fez e que já esqueceu».
A Frente Comum lembra ainda que os trabalhadores da Administração Pública «são igualmente penalizados com as medidas que afectam todos aqueles que trabalham e que têm mais baixos recursos».