Chilenos pela democracia
Mais de 100 mil chilenos participaram na «Consulta Popular por um Chile Justo, Soberano e Democrático» realizada no fim-de-semana em 200 municípios com cerca de 500 assembleias de voto. A Consulta Popular foi convocada pela Mesa Ampla de Convergência Antineoliberal, composta por Guillermo Teillier, presidente do Partido Comunista do Chile (PCC); Efrén Osório, presidente do Partido Humanista; Berna Castro, Grupo de Utentes na Defesa da Saúde Pública; Patrício Véjar, da Esquerda Cristã; e Héctor Veja, da Iniciativa por uma Frente Ampla.
A iniciativa teve como objectivo preparar o programa eleitoral da coligação a apresentar nas eleições presidenciais que se realizam no final do ano.
A afluência às urnas levou Guillermo Teillier a considerar o plebiscito «a maior contribuição aberta à construção de um programa de governo jamais realizada no Chile».
«Foi feita uma radiografia que revela muito mais do que as sondagens realizadas pelo governo e pela direita, pois aqui mais de 100 mil pessoas pronunciaram-se de maneira clara, aberta, sem nenhum tipo de pressão e têm vindo entregar a sua contribuição para este processo através do voto», afirmou Teillier na conferência de imprensa conjunta em que foram divulgados os resultados.
No próximo domingo, 5 de junho, realiza-se a Assembleia Nacional da Mesa Ampla Antineoliberal, em que participarão delegados de assembleias municipais e representantes das organizações sociais e políticas que integram a Mesa. «Vendo o que tem sido esta votação pensamos que iremos chegar a mais de dois mil delegados nessa assembleia», afirmou o presidente do PCC.
Segundo Teillier, a Assembleia Nacional tem como objectivo «aprovar a plataforma nacional única tendo em conta os resultados da consulta popular e que antecede um movimento social; a eleição do candidato presidencial único da esquerda; e o acordo da lista única parlamentar».
A afluência às urnas levou Guillermo Teillier a considerar o plebiscito «a maior contribuição aberta à construção de um programa de governo jamais realizada no Chile».
«Foi feita uma radiografia que revela muito mais do que as sondagens realizadas pelo governo e pela direita, pois aqui mais de 100 mil pessoas pronunciaram-se de maneira clara, aberta, sem nenhum tipo de pressão e têm vindo entregar a sua contribuição para este processo através do voto», afirmou Teillier na conferência de imprensa conjunta em que foram divulgados os resultados.
No próximo domingo, 5 de junho, realiza-se a Assembleia Nacional da Mesa Ampla Antineoliberal, em que participarão delegados de assembleias municipais e representantes das organizações sociais e políticas que integram a Mesa. «Vendo o que tem sido esta votação pensamos que iremos chegar a mais de dois mil delegados nessa assembleia», afirmou o presidente do PCC.
Segundo Teillier, a Assembleia Nacional tem como objectivo «aprovar a plataforma nacional única tendo em conta os resultados da consulta popular e que antecede um movimento social; a eleição do candidato presidencial único da esquerda; e o acordo da lista única parlamentar».