Para as eleições, com confiança
A preparação das Eleições Autárquicas, não pode, nem deve estar desligada dos vários objectivos de trabalho em que a nossa organização partidária está empenhada – o reforço da organização, o contacto e actualização de dados dos membros do Partido, a preparação da Festa do Avante, a intervenção e iniciativa política, a luta dos trabalhadores e das populações – que na sua concretização constituem, não um entrave à preparação da Campanha das Autárquicas, antes uma preciosa ajuda que garante a possibilidade de atingirmos os objectivos a que nos propomos.
No PCP, a escolha dos candidatos é mais um momento de profunda democracia
Pela primeira vez as eleições para as autarquias irão realizar-se em Outubro, o que, somado ao facto de se terem realizado eleições antecipadas para a Assembleia da República, encurta significativamente o tempo da sua preparação. Estas ficam uma vez mais marcadas pela reincidência dos projectos lei apresentados na Assembleia da República pelo PS e pelo PSD, que visam desvirtuar ainda mais o enquadramento político e jurídico das autarquias no plano da sua democraticidade e de funcionamento colegial dos diversos órgãos e encaixam-se na política centralista e de partidarização e parlamentarização das autarquias.
A irem por diante os princípios fundamentais enunciados nos projectos do PS e do PSD, o carácter democrático do Poder Local ficará ainda mais empobrecido e será mais um golpe na já esbatida possibilidade de participação popular (que no quadro actual só é valorizada e incentivada pelas autarquias CDU).
A preparação e realização da campanha para as autárquicas estará também condicionada, se se concretizar o referendo sobre o novo tratado da União Europeia no mesmo dia, o que irá condicionar e prejudicar o debate autárquico e também sobre as questões europeias.
Os próximos seis meses serão, pois, de intensa e diversificada acção, implicando uma cuidada e rigorosa planificação, definição de prioridades, objectivos e responsabilidades.
As eleições autárquicas e o seu resultado são de grande importância, o que exige desde já a intervenção activa de todo o colectivo partidário, em todos os seus aspectos – contacto com a população, prestação de contas CDU, formação das listas, elaboração dos programas.
Estamos no momento crucial da formação das listas.
Diferentemente de outros partidos, a escolha dos candidatos, no nosso Partido, constitui mais um acto de profunda e ampla democracia envolvendo milhares de membros do Partido, de diversos organismos e a consideração da opinião de muitos independentes que connosco participam no quadro da CDU.
A escolha dos candidatos e a formação das listas deverá continuar a assentar em critérios claros e objectivos, bem definidos pela Conferência Nacional do Partido sobre o Poder Local e confirmada pelo nosso XVII Congresso.
Corporizar o projecto autárquico do Partido
A escolha dos candidatos do Partido tem que recair naqueles que os diversos organismos partidários, a quem cabe a decisão, considerem reunir as condições e que dêem corpo a listas compostas por homens, mulheres e jovens que corporizem o projecto autárquico do PCP e da CDU e assumam o seu mandato como componente da acção geral do Partido, como frente de luta, de intervenção e participação dos trabalhadores e das populações, como condição para uma gestão democrática e como mais um instrumento de ligação do Partido às massas, como fonte de apoio e energia e a coincidência entre os objectivos políticos do Partido e a acção no Poder Local.
As listas deverão ser o resultado da vida democrática interna do Partido, do espírito de fraternidade de homens, mulheres e jovens que lutam pelo mesmo ideal, de que o Partido se orgulhe, como Partido Revolucionário, Partido de militantes que não actuam para se servirem das situações, mas para servirem o Povo em qualquer situação.
Os membros do Partido que fizerem parte das listas da CDU e que irão ser eleitos (desde presidentes de Câmara a membros de Assembleia de Freguesia) têm que assumir o cargo como membros do Partido que existe para servir os trabalhadores e o povo e não por uma outra qualquer razão.
Decidimos as listas não apenas para termos um bom resultado eleitoral, mas também para, nas autarquias, dar a conhecer as nossas propostas e projectos, prestigiar o Partido e intervir na defesa da democracia, servindo as populações e aí lutar pela construção da alternativa de esquerda por que lutamos.
Vamos para as eleições autárquicas de Outubro com a confiança no trabalho reconhecido e obra realizada, como força política mais identificada com a vontade e anseios populares, dedicada à causa pública, à defesa e valorização do serviço público municipal e dos trabalhadores das autarquias, ligada aos interesses e expectativas de desenvolvimento dos concelhos e freguesias.
A irem por diante os princípios fundamentais enunciados nos projectos do PS e do PSD, o carácter democrático do Poder Local ficará ainda mais empobrecido e será mais um golpe na já esbatida possibilidade de participação popular (que no quadro actual só é valorizada e incentivada pelas autarquias CDU).
A preparação e realização da campanha para as autárquicas estará também condicionada, se se concretizar o referendo sobre o novo tratado da União Europeia no mesmo dia, o que irá condicionar e prejudicar o debate autárquico e também sobre as questões europeias.
Os próximos seis meses serão, pois, de intensa e diversificada acção, implicando uma cuidada e rigorosa planificação, definição de prioridades, objectivos e responsabilidades.
As eleições autárquicas e o seu resultado são de grande importância, o que exige desde já a intervenção activa de todo o colectivo partidário, em todos os seus aspectos – contacto com a população, prestação de contas CDU, formação das listas, elaboração dos programas.
Estamos no momento crucial da formação das listas.
Diferentemente de outros partidos, a escolha dos candidatos, no nosso Partido, constitui mais um acto de profunda e ampla democracia envolvendo milhares de membros do Partido, de diversos organismos e a consideração da opinião de muitos independentes que connosco participam no quadro da CDU.
A escolha dos candidatos e a formação das listas deverá continuar a assentar em critérios claros e objectivos, bem definidos pela Conferência Nacional do Partido sobre o Poder Local e confirmada pelo nosso XVII Congresso.
Corporizar o projecto autárquico do Partido
A escolha dos candidatos do Partido tem que recair naqueles que os diversos organismos partidários, a quem cabe a decisão, considerem reunir as condições e que dêem corpo a listas compostas por homens, mulheres e jovens que corporizem o projecto autárquico do PCP e da CDU e assumam o seu mandato como componente da acção geral do Partido, como frente de luta, de intervenção e participação dos trabalhadores e das populações, como condição para uma gestão democrática e como mais um instrumento de ligação do Partido às massas, como fonte de apoio e energia e a coincidência entre os objectivos políticos do Partido e a acção no Poder Local.
As listas deverão ser o resultado da vida democrática interna do Partido, do espírito de fraternidade de homens, mulheres e jovens que lutam pelo mesmo ideal, de que o Partido se orgulhe, como Partido Revolucionário, Partido de militantes que não actuam para se servirem das situações, mas para servirem o Povo em qualquer situação.
Os membros do Partido que fizerem parte das listas da CDU e que irão ser eleitos (desde presidentes de Câmara a membros de Assembleia de Freguesia) têm que assumir o cargo como membros do Partido que existe para servir os trabalhadores e o povo e não por uma outra qualquer razão.
Decidimos as listas não apenas para termos um bom resultado eleitoral, mas também para, nas autarquias, dar a conhecer as nossas propostas e projectos, prestigiar o Partido e intervir na defesa da democracia, servindo as populações e aí lutar pela construção da alternativa de esquerda por que lutamos.
Vamos para as eleições autárquicas de Outubro com a confiança no trabalho reconhecido e obra realizada, como força política mais identificada com a vontade e anseios populares, dedicada à causa pública, à defesa e valorização do serviço público municipal e dos trabalhadores das autarquias, ligada aos interesses e expectativas de desenvolvimento dos concelhos e freguesias.