Oposição crescente às teses neoliberais
O Grupo da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica rejeita a resolução apresentada na sessão de ontem, quarta-feira, do PE sobre a revisão da Estratégia de Lisboa e defende um texto alternativo.
O crescimento e o emprego passam pela revogação do PEC
O Parlamento Europeu preparava-se ontem para debater e aprovar uma resolução que antecede a chamada «Cimeira da Primavera», que terá início no próximo dia 22, na qual os chefes de Estado e de Governo irão proceder à revisão intercalar da estratégia de Lisboa.
O Grupo da Esquerda Unitária (GUE/NGL) manifestou em comunicado de imprensa a sua oposição às propostas da Comissão Europeia, sublinhando que os seus dois deputados que participaram no Grupo de Coordenação sobre a Estratégia de Lisboa do Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo e Helmuth Markov, votaram contra o texto aí aprovado, o qual apoia no essencial as orientações de cunho neoliberal do colégio de comissários.
O GUE/NGL sublinha que a Estratégia de Lisboa, aprovada na capital portuguesa, em Março de 2000, constituiu o instrumento principal para promover a liberalização e a privatização de serviços públicos, a flexibilização dos mercados de trabalho, a moderação salarial e a abertura aos privados dos sistemas de protecção social, incluindo as pensões e a saúde.
Lamentando que o Parlamento Europeu não tenha querido reflectir a oposição dos trabalhadores, consumidores e utentes dos serviços públicos aos processos liberalizadores em curso e às reformas das leis laborais e dos sistemas sociais, os deputados da Esquerda Unitária decidiram apresentar no debate, marcado para ontem, uma resolução alternativa.
Nela assinalam que as dificuldades sentidas pelos Estados na aplicação dos objectivos da Estratégia de Lisboa devem-se não só aos constrangimentos orçamentais e à queda dos investimento, mas também à luta dos trabalhadores e consumidores contra as principais reformas da agenda de Lisboa.
O texto exige ainda que a Comissão retire a proposta de revisão do tempo de trabalho e o projecto de directiva sobre o mercado interno dos serviços (directiva Bolkstein).
A Esquerda Europeia defende igualmente a revogação do pacto de estabilidade e crescimento e a criação de condições macroeconómicas que favoreçam o desenvolvimento sustentável, o emprego e a coesão social.
O Grupo da Esquerda Unitária (GUE/NGL) manifestou em comunicado de imprensa a sua oposição às propostas da Comissão Europeia, sublinhando que os seus dois deputados que participaram no Grupo de Coordenação sobre a Estratégia de Lisboa do Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo e Helmuth Markov, votaram contra o texto aí aprovado, o qual apoia no essencial as orientações de cunho neoliberal do colégio de comissários.
O GUE/NGL sublinha que a Estratégia de Lisboa, aprovada na capital portuguesa, em Março de 2000, constituiu o instrumento principal para promover a liberalização e a privatização de serviços públicos, a flexibilização dos mercados de trabalho, a moderação salarial e a abertura aos privados dos sistemas de protecção social, incluindo as pensões e a saúde.
Lamentando que o Parlamento Europeu não tenha querido reflectir a oposição dos trabalhadores, consumidores e utentes dos serviços públicos aos processos liberalizadores em curso e às reformas das leis laborais e dos sistemas sociais, os deputados da Esquerda Unitária decidiram apresentar no debate, marcado para ontem, uma resolução alternativa.
Nela assinalam que as dificuldades sentidas pelos Estados na aplicação dos objectivos da Estratégia de Lisboa devem-se não só aos constrangimentos orçamentais e à queda dos investimento, mas também à luta dos trabalhadores e consumidores contra as principais reformas da agenda de Lisboa.
O texto exige ainda que a Comissão retire a proposta de revisão do tempo de trabalho e o projecto de directiva sobre o mercado interno dos serviços (directiva Bolkstein).
A Esquerda Europeia defende igualmente a revogação do pacto de estabilidade e crescimento e a criação de condições macroeconómicas que favoreçam o desenvolvimento sustentável, o emprego e a coesão social.