Bush corta nas despesas sociais
A proposta de orçamento para 2006 apresentada por Bush elimina ou reduz 154 programas socais e económicos, afectando milhões de norte-americanos carenciados.
A proposta afectará mais de 70 projectos de saúde e de educação»
A notícia foi avançada anteontem, terça-feira, pelo diário The Washington Post, que aponta vários exemplos de sectores afectados pela proposta orçamental de George W. Bush para o próximo ano, que apesar de ascender a 2,57 biliões de dólares não inclui os gastos com a ocupação do Iraque e do Afeganistão, nem os planos para privatizar a Segurança Social.
Para fazer face às despesas com a ocupação do Iraque e do Afeganistão, Bush pediu ao Congresso, em Janeiro, 80 mil milhões de dólares adicionais.
Entre as áreas que verão os seus fundos mais reduzidos conta-se a da Habitação (-11,5 por cento), a da Agricultura (-9,6 por cento), Transportes (-6,7) e Justiça (-5,5).
Os cortes, refere o Post, afectam igualmente vários projectos, como um projecto biotecnológico para a agricultura (menos quatro milhões de dólares); outro destinado ao ensino de línguas nas escolas (menos 18 milhões); e o orçamento da Agência de Protecção do Meio Ambiente, que receberá menos 489 milhões no presente ano fiscal, cuja vigência termina a 30 de Setembro.
Défice recorde
O diário norte-americano afirma que o total dos cortes orçamentais ascende a 15,3 mil milhões de dólares, sem contar com outros 4,7 mil milhões resultantes da reestruturação de 16 programas. A ser aprovada, a proposta afectará mais de 70 projectos de saúde e de educação, que serão eliminados ou terão os seus fundos substancialmente reduzidos.
Fortemente afectados serão igualmente os programas de habitação para pobres, os hospitais de prevenção de doenças e os agricultores, que receberão menos subsídios.
O plano orçamental prevê um défice fiscal de 390 mil milhões de dólares para 2006, o que representa cerca de três por cento do Produto Interno Bruto dos EUA.
De acordo com os analistas, prevê-se que este ano o desequilíbrio financeiro norte-americano ascenda a 427 mil milhões de dólares, um novo recorde em relação a 2004, ano em que esse valor ficou acima dos 412 mil milhões de dólares.
Para fazer face às despesas com a ocupação do Iraque e do Afeganistão, Bush pediu ao Congresso, em Janeiro, 80 mil milhões de dólares adicionais.
Entre as áreas que verão os seus fundos mais reduzidos conta-se a da Habitação (-11,5 por cento), a da Agricultura (-9,6 por cento), Transportes (-6,7) e Justiça (-5,5).
Os cortes, refere o Post, afectam igualmente vários projectos, como um projecto biotecnológico para a agricultura (menos quatro milhões de dólares); outro destinado ao ensino de línguas nas escolas (menos 18 milhões); e o orçamento da Agência de Protecção do Meio Ambiente, que receberá menos 489 milhões no presente ano fiscal, cuja vigência termina a 30 de Setembro.
Défice recorde
O diário norte-americano afirma que o total dos cortes orçamentais ascende a 15,3 mil milhões de dólares, sem contar com outros 4,7 mil milhões resultantes da reestruturação de 16 programas. A ser aprovada, a proposta afectará mais de 70 projectos de saúde e de educação, que serão eliminados ou terão os seus fundos substancialmente reduzidos.
Fortemente afectados serão igualmente os programas de habitação para pobres, os hospitais de prevenção de doenças e os agricultores, que receberão menos subsídios.
O plano orçamental prevê um défice fiscal de 390 mil milhões de dólares para 2006, o que representa cerca de três por cento do Produto Interno Bruto dos EUA.
De acordo com os analistas, prevê-se que este ano o desequilíbrio financeiro norte-americano ascenda a 427 mil milhões de dólares, um novo recorde em relação a 2004, ano em que esse valor ficou acima dos 412 mil milhões de dólares.