Patrões ao ataque nas escolas de condução
Os patrões das escolas de condução automóvel «põem em causa o ensino de qualidade, através da sua associação», denunciou a federação sindical do sector.
Em nota à comunicação social, a Festru/CGTP-IN denunciou segunda-feira que o patronato, através da Associação Nacional dos Industriais do Ensino de Condução Automóvel, «assume hoje descaradamente, perante os ministérios do Trabalho e da Administração Interna, que é seu desejo revogar o contrato colectivo de trabalho e não fazer qualquer aumento salarial no ano de 2005, tal como fez em 2004».
O Governo, «apesar de conhecedor dos desejos da ANIECA e da gravidade da situação, nada faz, consentindo assim que o patronato do sector degrade as condições do ensino de condução automóvel e faça, de um sector de interesse público, um mercado onde uma carta de condução possa ser obtida de qualquer maneira, não tendo em conta a qualidade do ensino», acusa a federação.
Desta forma, são criadas «condições para transformar um sector, que se quer disciplinado e com regras bem claras, num sector de biscateiros, pondo ainda em causa a segurança rodoviária».
Em nota à comunicação social, a Festru/CGTP-IN denunciou segunda-feira que o patronato, através da Associação Nacional dos Industriais do Ensino de Condução Automóvel, «assume hoje descaradamente, perante os ministérios do Trabalho e da Administração Interna, que é seu desejo revogar o contrato colectivo de trabalho e não fazer qualquer aumento salarial no ano de 2005, tal como fez em 2004».
O Governo, «apesar de conhecedor dos desejos da ANIECA e da gravidade da situação, nada faz, consentindo assim que o patronato do sector degrade as condições do ensino de condução automóvel e faça, de um sector de interesse público, um mercado onde uma carta de condução possa ser obtida de qualquer maneira, não tendo em conta a qualidade do ensino», acusa a federação.
Desta forma, são criadas «condições para transformar um sector, que se quer disciplinado e com regras bem claras, num sector de biscateiros, pondo ainda em causa a segurança rodoviária».