Votar contra as «Galpadas»
A Comissão Central de Trabalhadores quer «uma nova política, que garanta a consolidação e desenvolvimento da empresa».
Não pode ficar em risco a refinaria do Porto
Em comunicado, a CCT da Petrogal revela o que transmitiu à Comissão de Avaliação da Refinaria do Porto, mas salienta que o futuro da Galpenergia depende, no fundamental, da governação do País, que poderá estar «virada para a defesa dos interesses nacionais» ou «subordinada ao poder económico e às ambições pessoais».
Aquela estrutura recorda, «da governação que vem de trás», a privatização, desencadeada em 1989 e que posteriormente, com o ministro Pina Moura, permitiu ao capital privado arrecadas cem milhões de contos de lucros, livres de impostos, além do acordo com a italiana ENI, que teve graves consequências. Dos governos PSD/PP, vê-se «uma completa vergonha, envolvendo a Galpenergia e o domínio do seu capital social, com repercussões negativas aos mais diversos níveis do seu universo empresarial».
Contra o desprezo a que a actividade de refinação foi votada, nomeadamente por António Mexia, tanto na administração da Galpenergia como no Governo, a CCT reafirma que deve ser preservada a importante refinaria do Porto.
Aquela estrutura recorda, «da governação que vem de trás», a privatização, desencadeada em 1989 e que posteriormente, com o ministro Pina Moura, permitiu ao capital privado arrecadas cem milhões de contos de lucros, livres de impostos, além do acordo com a italiana ENI, que teve graves consequências. Dos governos PSD/PP, vê-se «uma completa vergonha, envolvendo a Galpenergia e o domínio do seu capital social, com repercussões negativas aos mais diversos níveis do seu universo empresarial».
Contra o desprezo a que a actividade de refinação foi votada, nomeadamente por António Mexia, tanto na administração da Galpenergia como no Governo, a CCT reafirma que deve ser preservada a importante refinaria do Porto.