Novos «Tempos Modernos» no Cacém
A luta operária do início do século XX foi o tema de uma representação teatral realizada por um grupo de jovens da Organização Regional de Sintra da JCP durante um almoço de apoiantes da CDU, no Cacém, no domingo.
Uma bancada de trabalho foi colocada num local central. No início da cena, os operários, cansados, são controlados de perto pelo patrão, de cartola e fato. «A mais valia do patrão é a miséria do operário» informava um cartaz. No dia de pagamento, os operários recebem umas moedas, enquanto o patrão têm à sua frente uma mesa cheia de notas. A indignação dos funcionários leva-os a unirem-se para exigir um aumento salarial, mostrando a sua consciência de classe. Seguem-se greves e manifestações por salários dignos e emprego com direitos.
«Há um partido que está com os trabalhadores na luta operária», conclui Frederico Simões, em conversa com os jornalistas no final, explicando como o filme «Tempos Modernos», de Charlie Chaplin, serviu de inspiração para a pequena peça representada.
«Fizemos um paralelo com a nossa realidade. Há muitas questões que continuam actuais e é preciso reavivar a memória da luta de classes e que há um partido que há 83 anos está com os trabalhadores», acrescentou.
Uma bancada de trabalho foi colocada num local central. No início da cena, os operários, cansados, são controlados de perto pelo patrão, de cartola e fato. «A mais valia do patrão é a miséria do operário» informava um cartaz. No dia de pagamento, os operários recebem umas moedas, enquanto o patrão têm à sua frente uma mesa cheia de notas. A indignação dos funcionários leva-os a unirem-se para exigir um aumento salarial, mostrando a sua consciência de classe. Seguem-se greves e manifestações por salários dignos e emprego com direitos.
«Há um partido que está com os trabalhadores na luta operária», conclui Frederico Simões, em conversa com os jornalistas no final, explicando como o filme «Tempos Modernos», de Charlie Chaplin, serviu de inspiração para a pequena peça representada.
«Fizemos um paralelo com a nossa realidade. Há muitas questões que continuam actuais e é preciso reavivar a memória da luta de classes e que há um partido que há 83 anos está com os trabalhadores», acrescentou.