Reforçar o PCP
Apesar da preparação do Congresso, muitas organizações partidárias realizam as suas assembleias de organização. O reforço do Partido é o grande objectivo.
Levar o PCP para junto dos trabalhadores é o objectivo central
Reforçar a intervenção e organização do Partido no concelho é o grande objectivo dos comunistas de Cascais, que realizaram, no passado dia 14, a sua 10.ª assembleia de organização concelhia. A grande maioria das quase duas dezenas de intervenções realizadas na assembleia destacaram precisamente esta importância para a dinamização da luta e do protesto dos trabalhadores e das populações contra a política de direita, no Governo ou na autarquia. E destacam os combates travados no Estoril Sol e na Euronadel.
Foi ainda realçada a importância de trazer o Partido para a rua, nomeadamente através de bancas de venda do Avante!, como forma de contactar com as pessoas e abordar os problemas concretos. Intervir mais no movimento associativo é também uma das prioridades dos comunistas de Cascais.
A gestão do PSD/PP da autarquia de Cascais foi alvo de fortes críticas na Assembleia do PCP. Para os comunistas, esta gestão não resolve os problemas concretos do concelho, optando antes por «acções de propaganda e mediatização».
No final da Assembleia, procedeu-se às votações. Foi eleita a nova Comissão Concelhia, com 42 membros, 15 dos quais integrarão o organismo pela primeira vez. A resolução política foi também aprovada.
No final, Jorge Cordeiro, da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central, fez uma intervenção, na qual apelou aos militantes do concelho de Cascais para que se mobilizem para as importantes e exigentes tarefas políticas que se colocam aos comunistas.
Cadaval
«Sim é possível! Um PCP mais forte no Cadaval!» foi o lema da 2.ª Assembleia da Organização Concelhia do Cadaval do PCP, que contou com a presença de Júlio Vintém, do Comité Central.
A assembleia fez o balanço da actividade partidária nos últimos anos, definiu as linhas de orientação de trabalho imediatas e elegeu a nova Comissão Concelhia.
Depois de apreciar a actividade partidária, os participantes definiram algumas linhas de trabalho visando o reforço do Partido.
O projecto de resolução política, debatido pelos camaradas presentes, foi aprovado por unanimidade, tal como a nova Comissão Concelhia. O organismo de direcção eleito é constituído por 15 membros, sendo que quatro são operários, cinco são empregados, um é intelectual, dois são agricultores e três pequenos ou médios empresários. Destes, quatro foram eleitos pela primeira vez para o órgão.
Entre as propostas constantes na Resolução Política, algumas prendem-se com o reforço da militância, a estruturação da organização, o alargamento do núcleo activo, o aumento do número de camaradas com tarefas e responsabilidades regulares, uma maior ligação aos membros do Partido.
Reforçar a intervenção e a organização do Partido é a principal tarefa que os comunistas colocam a si próprios para os próximos anos. O sucesso deste propósito é fundamental para determinar a capacidade de resposta à ofensiva do Governo e a busca de caminhos alternativos. Definida pela assembleia foi a necessidade de se aprofundar a ligação aos trabalhadores.
Fazer chegar mais longe a voz do Partido é outros dos objectivos, pois é necessário alargar a difusão do Avante! e de O Militante, considerando que tal só é possível se assente na organização partidária.
Foi ainda realçada a importância de trazer o Partido para a rua, nomeadamente através de bancas de venda do Avante!, como forma de contactar com as pessoas e abordar os problemas concretos. Intervir mais no movimento associativo é também uma das prioridades dos comunistas de Cascais.
A gestão do PSD/PP da autarquia de Cascais foi alvo de fortes críticas na Assembleia do PCP. Para os comunistas, esta gestão não resolve os problemas concretos do concelho, optando antes por «acções de propaganda e mediatização».
No final da Assembleia, procedeu-se às votações. Foi eleita a nova Comissão Concelhia, com 42 membros, 15 dos quais integrarão o organismo pela primeira vez. A resolução política foi também aprovada.
No final, Jorge Cordeiro, da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central, fez uma intervenção, na qual apelou aos militantes do concelho de Cascais para que se mobilizem para as importantes e exigentes tarefas políticas que se colocam aos comunistas.
Cadaval
«Sim é possível! Um PCP mais forte no Cadaval!» foi o lema da 2.ª Assembleia da Organização Concelhia do Cadaval do PCP, que contou com a presença de Júlio Vintém, do Comité Central.
A assembleia fez o balanço da actividade partidária nos últimos anos, definiu as linhas de orientação de trabalho imediatas e elegeu a nova Comissão Concelhia.
Depois de apreciar a actividade partidária, os participantes definiram algumas linhas de trabalho visando o reforço do Partido.
O projecto de resolução política, debatido pelos camaradas presentes, foi aprovado por unanimidade, tal como a nova Comissão Concelhia. O organismo de direcção eleito é constituído por 15 membros, sendo que quatro são operários, cinco são empregados, um é intelectual, dois são agricultores e três pequenos ou médios empresários. Destes, quatro foram eleitos pela primeira vez para o órgão.
Entre as propostas constantes na Resolução Política, algumas prendem-se com o reforço da militância, a estruturação da organização, o alargamento do núcleo activo, o aumento do número de camaradas com tarefas e responsabilidades regulares, uma maior ligação aos membros do Partido.
Reforçar a intervenção e a organização do Partido é a principal tarefa que os comunistas colocam a si próprios para os próximos anos. O sucesso deste propósito é fundamental para determinar a capacidade de resposta à ofensiva do Governo e a busca de caminhos alternativos. Definida pela assembleia foi a necessidade de se aprofundar a ligação aos trabalhadores.
Fazer chegar mais longe a voz do Partido é outros dos objectivos, pois é necessário alargar a difusão do Avante! e de O Militante, considerando que tal só é possível se assente na organização partidária.