CDU acusa presidente da autarquia
A CDU da Câmara do Montijo acusa a presidente Maria Amélia Antunes (PS) de «sonegar informação» relativa a um processo de uma garantia bancária.
«A presidente está a sonegar informação de que necessito para instruir o processo» relativo à garantia bancária para a construção de uma estrada, acusou o vereador Álvaro Saraiva. Em declarações à comunicação social, o autarca considera que se trata de uma atitude de «grande prepotência», acrescentando que «se não estamos em segredo de justiça, a presidente tem de me facultar os documentos».
Em causa está uma garantia bancária emitida em 2000, destinada à construção da ligação entre uma urbanização e a Marginal-Sul, de 413 mil euros (82,8 mil contos), valor que reverteu para a Câmara Municipal depois de a empresa incumbida do projecto não ter executado a obra no prazo estipulado de oito meses.
Álvaro Saraiva considera que, «a confirmar-se que o dinheiro da garantia bancária foi utilizado para fins que não os estipulados, podemos estar perante um crime de peculato».
«Depois de consultar o processo, fiquei com a sensação de que se estava a passar alguma coisa de estranho, pelo que solicitei cópias para o avaliar juridicamente», adiantou o autarca, que pondera entregar o processo à Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) e ao Ministério Público.
«Vou levar isto até às últimas instâncias porque trata-se de uma questão de respeito com os vereadores da oposição. Quero ver esclarecido este assunto», concluiu.
Em causa está uma garantia bancária emitida em 2000, destinada à construção da ligação entre uma urbanização e a Marginal-Sul, de 413 mil euros (82,8 mil contos), valor que reverteu para a Câmara Municipal depois de a empresa incumbida do projecto não ter executado a obra no prazo estipulado de oito meses.
Álvaro Saraiva considera que, «a confirmar-se que o dinheiro da garantia bancária foi utilizado para fins que não os estipulados, podemos estar perante um crime de peculato».
«Depois de consultar o processo, fiquei com a sensação de que se estava a passar alguma coisa de estranho, pelo que solicitei cópias para o avaliar juridicamente», adiantou o autarca, que pondera entregar o processo à Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) e ao Ministério Público.
«Vou levar isto até às últimas instâncias porque trata-se de uma questão de respeito com os vereadores da oposição. Quero ver esclarecido este assunto», concluiu.