«Mais um ano lamentável»
Ilda Figueiredo, membro da Assembleia Municipal de Gaia, acusa o executivo PSD/PP de prometer à população a «lua cheia, e depois se ficar pelo quarto minguante».
«Vive-se uma sensação de abandono da maioria da população»
Os números da Conta de Gerência de 2002, que a CDU votou contra, são claros: «Estava previsto um investimento de cerca de 233 milhões de euros, no entanto foram executados apenas 133 milhões. Ou seja, 100 milhões ficaram pelo caminho das promessas irresponsáveis de quem promete a lua cheia, mas depois se fica pelo quarto minguante».
Segundo Ilda Figueiredo, em Vila Nova de Gaia vive-se uma sensação de abandono da maioria da população. «A começar pelo centro histórico, onde ao lado do "bonito" da marginal, se mantém os atrasos no início da recuperação das habitações degradadas, das ruas esburacadas, da péssima e por vezes enganosa, sinalização das vias, da escassez de iluminação pública, o que aliás é extensivo à maior parte das freguesias de Santa Marinha, uma das mais carenciadas de Gaia».
A recente visita, efectuada pelos membros eleitos da CDU, à localidade de Coimbrões ressalta bem, segundo a eleita, a carência de equipamentos que inclui «a Quinta dos Castelos e o antigo Pavilhão dos Bombeiros, provavelmente à espera da especulação imobiliária, enquanto a população da freguesia de Santa Marinha continua sem um espaço verde digno desse nome, de um parque infantil ou sequer de um centro de dia para idosos».
A paralisação de obras - além do atrasos na construção das vias estruturantes, do inicio da reabilitação urbana do centro histórico, da construção de habitação social, dos buracos nas ruas e passeios da cidade e as obras municipais -, o crescente endividamento da autarquia, o forte crescimento das despesas correntes e a tarifa de saneamento, que está a ser cobrada a milhares de munícipes que ainda não têm ligação à rede municipal de esgotos, foram outras das críticas apontadas por Ilda Figueiredo, na passada semana.
Segundo Ilda Figueiredo, em Vila Nova de Gaia vive-se uma sensação de abandono da maioria da população. «A começar pelo centro histórico, onde ao lado do "bonito" da marginal, se mantém os atrasos no início da recuperação das habitações degradadas, das ruas esburacadas, da péssima e por vezes enganosa, sinalização das vias, da escassez de iluminação pública, o que aliás é extensivo à maior parte das freguesias de Santa Marinha, uma das mais carenciadas de Gaia».
A recente visita, efectuada pelos membros eleitos da CDU, à localidade de Coimbrões ressalta bem, segundo a eleita, a carência de equipamentos que inclui «a Quinta dos Castelos e o antigo Pavilhão dos Bombeiros, provavelmente à espera da especulação imobiliária, enquanto a população da freguesia de Santa Marinha continua sem um espaço verde digno desse nome, de um parque infantil ou sequer de um centro de dia para idosos».
A paralisação de obras - além do atrasos na construção das vias estruturantes, do inicio da reabilitação urbana do centro histórico, da construção de habitação social, dos buracos nas ruas e passeios da cidade e as obras municipais -, o crescente endividamento da autarquia, o forte crescimento das despesas correntes e a tarifa de saneamento, que está a ser cobrada a milhares de munícipes que ainda não têm ligação à rede municipal de esgotos, foram outras das críticas apontadas por Ilda Figueiredo, na passada semana.