Queixa crime contra PSD de Vendas Novas
A Câmara Municipal de Vendas Novas, de maioria absoluta CDU, vai participar criminalmente contra o PSD local, que acusou a autarquia de «negócio com a família do presidente».
A decisão de apresentar a queixa contra a secção concelhia de Vendas Novas do PSD e seus responsáveis foi tornada pública, na passada semana, num comunicado subscrito pelo presidente da autarquia, José Filipe Barradas.
Na origem da polémica está um documento divulgado em meados de Fevereiro pelo PSD de Vendas Novas, no qual se acusava o município de ter feito «um negócio com a família do presidente» da autarquia e se considerava como «imoral» e a «roçar os contornos da ilegalidade» a compra de um terreno.
Em declarações à comunicação social, o presidente da câmara reafirmou que a operação realizada «não é ilegal» e que «tudo está resolvido com o terreno em nome da Câmara».
O autarca informou ainda que a queixa vai ser accionada pelo consultor jurídico da Câmara contra o PSD local e seus responsáveis por «um crime de injúria agravada e outro de ofensa a pessoa colectiva». José Filipe Barradas explicou que a decisão de apresentação da queixa surge na sequência de um «parecer jurídico», solicitado a um gabinete de Albufeira.
A decisão de apresentar a queixa contra a secção concelhia de Vendas Novas do PSD e seus responsáveis foi tornada pública, na passada semana, num comunicado subscrito pelo presidente da autarquia, José Filipe Barradas.
Na origem da polémica está um documento divulgado em meados de Fevereiro pelo PSD de Vendas Novas, no qual se acusava o município de ter feito «um negócio com a família do presidente» da autarquia e se considerava como «imoral» e a «roçar os contornos da ilegalidade» a compra de um terreno.
Em declarações à comunicação social, o presidente da câmara reafirmou que a operação realizada «não é ilegal» e que «tudo está resolvido com o terreno em nome da Câmara».
O autarca informou ainda que a queixa vai ser accionada pelo consultor jurídico da Câmara contra o PSD local e seus responsáveis por «um crime de injúria agravada e outro de ofensa a pessoa colectiva». José Filipe Barradas explicou que a decisão de apresentação da queixa surge na sequência de um «parecer jurídico», solicitado a um gabinete de Albufeira.