PCP quer clarificação
A multinacional ECCO anunciou já a intenção de encerrar mais uma linha de produção, tendo aberto mais um processo de despedimento colectivo de 70 trabalhadores que, segundo a administração, pode atingir mais de uma centena.
Face ao anúncio, a eurodeputada Ilda Figueiredo voltou a questionar a Comissão Europeia, tendo em conta que em Fevereiro de 2003, a uma pergunta sua, a Comissária Anna Diamantopoulou informou que esta multinacional dinamarquesa de calçado tinha recebido, para a sua fábrica em Santa Maria da Feira, mais de 5 milhões de euros de incentivos, «ao abrigo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)» e do «Fundo Estrutural Comunitário III 2000-2006 (FEC III)». Então, o PCP alertou para o processo de despedimento em curso de 180 trabalhadores.
Ilda Figueiredo quer agora saber se, a partir daquela data, a empresa foi beneficiada com mais apoios comunitários e qual o acompanhamento feito à aplicação dos fundos comunitários na empresa de Calçado ECCO, com vista à salvaguarda dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores.
Entretanto, a Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP enviou, no passado dia 23 de Setembro, uma carta à Administração da ECCO, reclamando uma clarificação quanto às promessas de 2002, que afirmavam ser objectivo principal da empresa «manter mais de 700 postos de trabalho na ECCO Portugal e torná-la num centro de produção de alta tecnologia, com capacidade para competir nas mais adversas condições».
A Administração da ECCO «tem a memória curta», diz o PCP, reafirmando aos trabalhadores a sua solidariedade e intenção de lutar pela manutenção dos postos de trabalho.
Rodhe
Também a multinacional «Rohde - Sociedade Industrial de Calçado Luso - Alemã, Lda» foi motivo de uma pergunta de Ilda Figueiredo à Comissão Europeia, visto manter discriminações salariais de trabalhadoras na sua fábrica de Santa Maria da Feira.
Apesar do Tribunal da Relação do Porto, já ter reconhecido o processo de discriminação salarial de uma trabalhadora e condenado a multinacional a pagar as diferenças salariais, lembra Ilda Figueiredo, a verdade é que a Rohde ainda o não fez e mantém as discriminações.
Tendo em conta que também a multinacional alemã de calçado Rohde recebeu fundos comunitários e mantém discriminações salariais contra as trabalhadoras, Ilda Figueiredo pretende que a Comissão Europeia a informe sobre as medidas que vai tomar para que se cumpram os direitos laborais e terminem as discriminações salariais.
Face ao anúncio, a eurodeputada Ilda Figueiredo voltou a questionar a Comissão Europeia, tendo em conta que em Fevereiro de 2003, a uma pergunta sua, a Comissária Anna Diamantopoulou informou que esta multinacional dinamarquesa de calçado tinha recebido, para a sua fábrica em Santa Maria da Feira, mais de 5 milhões de euros de incentivos, «ao abrigo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)» e do «Fundo Estrutural Comunitário III 2000-2006 (FEC III)». Então, o PCP alertou para o processo de despedimento em curso de 180 trabalhadores.
Ilda Figueiredo quer agora saber se, a partir daquela data, a empresa foi beneficiada com mais apoios comunitários e qual o acompanhamento feito à aplicação dos fundos comunitários na empresa de Calçado ECCO, com vista à salvaguarda dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores.
Entretanto, a Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP enviou, no passado dia 23 de Setembro, uma carta à Administração da ECCO, reclamando uma clarificação quanto às promessas de 2002, que afirmavam ser objectivo principal da empresa «manter mais de 700 postos de trabalho na ECCO Portugal e torná-la num centro de produção de alta tecnologia, com capacidade para competir nas mais adversas condições».
A Administração da ECCO «tem a memória curta», diz o PCP, reafirmando aos trabalhadores a sua solidariedade e intenção de lutar pela manutenção dos postos de trabalho.
Rodhe
Também a multinacional «Rohde - Sociedade Industrial de Calçado Luso - Alemã, Lda» foi motivo de uma pergunta de Ilda Figueiredo à Comissão Europeia, visto manter discriminações salariais de trabalhadoras na sua fábrica de Santa Maria da Feira.
Apesar do Tribunal da Relação do Porto, já ter reconhecido o processo de discriminação salarial de uma trabalhadora e condenado a multinacional a pagar as diferenças salariais, lembra Ilda Figueiredo, a verdade é que a Rohde ainda o não fez e mantém as discriminações.
Tendo em conta que também a multinacional alemã de calçado Rohde recebeu fundos comunitários e mantém discriminações salariais contra as trabalhadoras, Ilda Figueiredo pretende que a Comissão Europeia a informe sobre as medidas que vai tomar para que se cumpram os direitos laborais e terminem as discriminações salariais.