EUA apoiam colonatos israelitas
As revoltas iraquianas contra o poder estabelecido no país poderão demorar dez anos a controlar, admitiu o responsável pelo Centro para as Ameaças do Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos, na edição de anteontem do jornal USA Today. «Havendo vontade política para permanecer no país, deveremos então ficar uma década», afirmou Randolph Gangle.
Um outro responsável americano parece mais optimista: «Se conseguirmos manter o rumo seguido até agora durante mais um ano, a insurreição acabará por se dissolver», declarou ao mesmo jornal Dusty Rhoades, membro dos Serviços de Informações dos Fuzileiros.
No entanto, o USA TodayDo total, em Julho, 468 ataques foram executados com morteiros, enquanto em Junho verificaram-se 474. A deflagração de engenhos explosivos nas estradas à passagem de viaturas militares passou de 382 para 377 em Julho e o disparo das granadas-foguetes de 99 para 133. Bagdade foi a cidade com mais ataques – 375 em Julho e 505 em Junho –, seguida de Mossul – 112 em Julho e 132 em Junho.
As agressões contra infra-estruturas petrolíferas já provocaram a perda de 3 mil milhões de dólares, segundo o ministro do Petróleo, que garantiu que os ataques são organizados por organizações que estão contra o novo poder do país.
«Os nossos oleodutos de exportação do crude, os depósitos de armazenamento e outras instalações foram atacados em cerca de duzentas ocasiões», nomeadamente a desmontagem e o roubo de partes de tubagens de oleodutos, especificou Thamer Al Ghadhban.
Xiitas entrincheirados
A cidade iraquiana que neste momento é alvo de mais atenção é Najaf. Ao fecho da nossa edição, o governo iraquiano garantiu que iria tomar a qualquer momento a mesquita de Ali, onde estão entrincheiradas milícias xiitas, ameaçando capturar ou matar o seu líder. «Se Moqtada Sadr se render, estará são e salvo, mas se resistir, tem diante de si a morte ou a prisão», afirmou o ministro da Defesa. «Um número importante de forças iraquianas vai aproximar-se do mausoléu e esperar pelo sinal de ataque, a menos que os elementos se rendam. E só têm algumas horas para o fazer. Se não o fizerem, vamos aniquilá-los», disse Hazeem Chaalan. Este é o terceiro ultimato desde a semana passada.
Pela primeira vez, anteontem a Guarda Nacional combateu ao lado das forças norte-americanas, dias depois do governo interino e do comando militar norte-americano garantirem que nenhumas forças estrangeiras entrarão na mesquita de Ali.
Um outro responsável americano parece mais optimista: «Se conseguirmos manter o rumo seguido até agora durante mais um ano, a insurreição acabará por se dissolver», declarou ao mesmo jornal Dusty Rhoades, membro dos Serviços de Informações dos Fuzileiros.
No entanto, o USA TodayDo total, em Julho, 468 ataques foram executados com morteiros, enquanto em Junho verificaram-se 474. A deflagração de engenhos explosivos nas estradas à passagem de viaturas militares passou de 382 para 377 em Julho e o disparo das granadas-foguetes de 99 para 133. Bagdade foi a cidade com mais ataques – 375 em Julho e 505 em Junho –, seguida de Mossul – 112 em Julho e 132 em Junho.
As agressões contra infra-estruturas petrolíferas já provocaram a perda de 3 mil milhões de dólares, segundo o ministro do Petróleo, que garantiu que os ataques são organizados por organizações que estão contra o novo poder do país.
«Os nossos oleodutos de exportação do crude, os depósitos de armazenamento e outras instalações foram atacados em cerca de duzentas ocasiões», nomeadamente a desmontagem e o roubo de partes de tubagens de oleodutos, especificou Thamer Al Ghadhban.
Xiitas entrincheirados
A cidade iraquiana que neste momento é alvo de mais atenção é Najaf. Ao fecho da nossa edição, o governo iraquiano garantiu que iria tomar a qualquer momento a mesquita de Ali, onde estão entrincheiradas milícias xiitas, ameaçando capturar ou matar o seu líder. «Se Moqtada Sadr se render, estará são e salvo, mas se resistir, tem diante de si a morte ou a prisão», afirmou o ministro da Defesa. «Um número importante de forças iraquianas vai aproximar-se do mausoléu e esperar pelo sinal de ataque, a menos que os elementos se rendam. E só têm algumas horas para o fazer. Se não o fizerem, vamos aniquilá-los», disse Hazeem Chaalan. Este é o terceiro ultimato desde a semana passada.
Pela primeira vez, anteontem a Guarda Nacional combateu ao lado das forças norte-americanas, dias depois do governo interino e do comando militar norte-americano garantirem que nenhumas forças estrangeiras entrarão na mesquita de Ali.