Contra o encerramento do CTIMM
O encerramento de Centro Tecnológico das Indústrias de Madeira e Mobiliário (CTIMM) indignou a Comissão da Cidade de Lordelo do PCP que, em nota à comunicação social, lamenta a «inércia» da Câmara Municipal de Paredes e da Junta de Freguesia de Lordelo perante um tal acontecimento.
«Quando se tanto se fala em crise no sector do mobiliário», e tendo em conta que o CTIMM possuía «o único laboratório vocacionado para o mobiliário», é no mínimo estranho, diz o PCP, que os principais credores, o INETI e o IAPMEI - estruturas ligadas ao Ministério da Economia -, «não estejam interessadas na continuação duma instituição tão importante», sedeada naquela cidade.
O PCP, através da Comissão Concelhia de Paredes, foi o primeiro partido a interessar-se por esta grave situação, tendo reunido, no passado dia 7 de Julho, com os representantes do CTIMM, lembram os comunistas, que criticam o silenciamento dessa iniciativa pela maioria dos órgãos de comunicação social regional e nacional.
Nessa reunião, a Concelhia de Paredes recolheu informações sobre o problema, procedendo ao seu envio imediato para o Grupo Parlamentar do PCP, que já pediu esclarecimentos ao Ministério da Economia.
Agora, a Comissão da Cidade de Lordelo do PCP espera que a Câmara Municipal de Paredes e a Junta de Freguesia do Lordelo, no uso das suas competências, tudo façam também para que o CTIMM retome o seu funcionamento, «para bem de Lordelo, da região e do país».
«Quando se tanto se fala em crise no sector do mobiliário», e tendo em conta que o CTIMM possuía «o único laboratório vocacionado para o mobiliário», é no mínimo estranho, diz o PCP, que os principais credores, o INETI e o IAPMEI - estruturas ligadas ao Ministério da Economia -, «não estejam interessadas na continuação duma instituição tão importante», sedeada naquela cidade.
O PCP, através da Comissão Concelhia de Paredes, foi o primeiro partido a interessar-se por esta grave situação, tendo reunido, no passado dia 7 de Julho, com os representantes do CTIMM, lembram os comunistas, que criticam o silenciamento dessa iniciativa pela maioria dos órgãos de comunicação social regional e nacional.
Nessa reunião, a Concelhia de Paredes recolheu informações sobre o problema, procedendo ao seu envio imediato para o Grupo Parlamentar do PCP, que já pediu esclarecimentos ao Ministério da Economia.
Agora, a Comissão da Cidade de Lordelo do PCP espera que a Câmara Municipal de Paredes e a Junta de Freguesia do Lordelo, no uso das suas competências, tudo façam também para que o CTIMM retome o seu funcionamento, «para bem de Lordelo, da região e do país».