Portugal parado
Portugal foi o único país da União Europeia, a 15, onde a percentagem da população com ensino secundário ou superior não registou qualquer evolução entre 1992 e 2001, mantendo-se em 20 por cento, segundo um relatório da OCDE.
Nas perspectivas económicas para a zona euro, a Organização para a Cooperação e desenvolvimento Económicos (OCDE) indica que Portugal manteve o último lugar naquele indicador e reforçou o seu atraso, enquanto a Irlanda foi o país que mais progrediu.
A Espanha, segundo pior neste indicador, tinha em 2001 cerca de 40 por cento da sua população com ensino secundário ou superior, enquanto na Itália a percentagem era de 43 por cento, segundo os números da OCDE.
Com 28 investigadores por cada 10 mil activos em 2001, a Itália ocupava a pior posição da União Europeia neste indicador, sendo o único país dos 15 a registar um recuo entre 1990 e 2001.
Portugal segue em penúltimo lugar, a par com a Grécia, com 33 investigadores por 10 mil activos em 2001, embora tenha evoluído em comparação com os 12 investigadores por 10 mil activos de que dispunha em 1990.
Nas perspectivas económicas para a zona euro, a Organização para a Cooperação e desenvolvimento Económicos (OCDE) indica que Portugal manteve o último lugar naquele indicador e reforçou o seu atraso, enquanto a Irlanda foi o país que mais progrediu.
A Espanha, segundo pior neste indicador, tinha em 2001 cerca de 40 por cento da sua população com ensino secundário ou superior, enquanto na Itália a percentagem era de 43 por cento, segundo os números da OCDE.
Com 28 investigadores por cada 10 mil activos em 2001, a Itália ocupava a pior posição da União Europeia neste indicador, sendo o único país dos 15 a registar um recuo entre 1990 e 2001.
Portugal segue em penúltimo lugar, a par com a Grécia, com 33 investigadores por 10 mil activos em 2001, embora tenha evoluído em comparação com os 12 investigadores por 10 mil activos de que dispunha em 1990.