Gás da discórdia
De acordo com informações fornecidas pela Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor (DECO) à agência Lusa, foram apresentadas, entre 2000 e 2004, cerca de meio milhar de queixas contra a Lisboagás devido a deficiências decorrentes da instalação daquele recurso energético.
Em causa está a reconversão da rede de distribuição do antigo sistema de abastecimento, o gás de cidade, para o gás natural, problema que se estima que afecte milhares de pessoas na área de Lisboa.
As queixas conhecidas indicam que o principal problema está na deficiente instalação das estruturas, permitindo fugas de gás que, quando detectadas, obrigam pelo menos a uma dispendiosa vistoria dos equipamentos às expensas dos consumidores.
Alguns relatos vindos a público revelam ainda que o sobressalto é grande entre os utilizadores, sobretudo pelo perigo que constitui o mau usufruto de um combustível tóxico, e que os técnicos responsáveis pela reconversão, trabalhadores externos à empresa e alguns subempreiteiros, não realizavam todos os testes necessários para garantir com total rigor a utilização segura do gás natural.
No mesmo âmbito, o jornal Público noticiou, segunda-feira, que um dos utentes terá vencido, em Abril, o processo movido contra a Lisboagás, facto que pode abrir um precedente, em favor dos consumidores, relativamente a outras queixas levadas à barra dos tribunais.
Em causa está a reconversão da rede de distribuição do antigo sistema de abastecimento, o gás de cidade, para o gás natural, problema que se estima que afecte milhares de pessoas na área de Lisboa.
As queixas conhecidas indicam que o principal problema está na deficiente instalação das estruturas, permitindo fugas de gás que, quando detectadas, obrigam pelo menos a uma dispendiosa vistoria dos equipamentos às expensas dos consumidores.
Alguns relatos vindos a público revelam ainda que o sobressalto é grande entre os utilizadores, sobretudo pelo perigo que constitui o mau usufruto de um combustível tóxico, e que os técnicos responsáveis pela reconversão, trabalhadores externos à empresa e alguns subempreiteiros, não realizavam todos os testes necessários para garantir com total rigor a utilização segura do gás natural.
No mesmo âmbito, o jornal Público noticiou, segunda-feira, que um dos utentes terá vencido, em Abril, o processo movido contra a Lisboagás, facto que pode abrir um precedente, em favor dos consumidores, relativamente a outras queixas levadas à barra dos tribunais.