Não há paz sob ocupação
Desde que o governo interino de Iyad Allawi assumiu funções, a 1 de Junho, foram mortos cerca de 400 iraquianos e perto de 1700 ficaram feridos em atentados, operações militares e confrontos armados, informou a semana passada a France Presse, que cita um balanço oficial do Ministério da Saúde do Iraque.
Com a «transferência de soberania», a 28 de Junho, segundo a mesma fonte, a violência recrudesceu, ascendendo já a 120 o número de iraquianos mortos e a 354 os que ficaram feridos.
Também as baixas entre as forças ocupantes não param de aumentar. No fim-de-semana, de acordo com dados do Pentágono citados pela EFE e pela Prensa Latina, o número de vítimas mortais elevou-se para 1000, sendo 880 de baixas norte-americanas, 60 do Reino Unido e as restantes de outros países presentes no terreno. Entre estes últimos contam-se 19 italianos, 11 espanhóis, sete da Ucrânia, seis da Bulgária e seis da Polónia, três da Eslováquia, dois da Tailândia e da Dinamarca. A Estónia, El Salvador, Holanda, Letónia e Hungria contam com um morto cada um.
A sangria continua
A maioria das baixas registou-se depois de Bush ter proclamado o fim dos confrontos, em 1 de Maio de 2003, pois até então, e desde 20 de Março, as vítimas mortais foram 172.
Desde a «transferência de poder» para os iraquianos e até 8 de Julho, as forças de ocupação registaram 28 baixas, das quais 26 são soldados norte-americanos. Desde o início da guerra, ficaram feridos 5 394 militares norte-americanos.
Estes dados encontram-se já desactualizados, pois no espaço de uma semana mais vidas se perderam numa ocupação sem justificação, como revelam todas as informações vindas a público, incluindo os inquéritos levados a cabo nos EUA.
Face à constante sangria, o Exército dos EUA está a tentar cativar aviadores e marinheiros, oferecendo-lhes até 10 000 dólares, como revelou no domingo o diário The New York Times, para mudarem de arma.
«Face ao desgaste sofrido, o Exército procura novos elementos na Armada e na Força Aérea, e não são poucos», assegura o jornal, afirmando que o Exército, para cumprir a sua meta de recrutamento para 2006, necessita de atrair este ano para as suas fileiras 77 000 efectivos e cerca de 80 000 em 2005.
Com a «transferência de soberania», a 28 de Junho, segundo a mesma fonte, a violência recrudesceu, ascendendo já a 120 o número de iraquianos mortos e a 354 os que ficaram feridos.
Também as baixas entre as forças ocupantes não param de aumentar. No fim-de-semana, de acordo com dados do Pentágono citados pela EFE e pela Prensa Latina, o número de vítimas mortais elevou-se para 1000, sendo 880 de baixas norte-americanas, 60 do Reino Unido e as restantes de outros países presentes no terreno. Entre estes últimos contam-se 19 italianos, 11 espanhóis, sete da Ucrânia, seis da Bulgária e seis da Polónia, três da Eslováquia, dois da Tailândia e da Dinamarca. A Estónia, El Salvador, Holanda, Letónia e Hungria contam com um morto cada um.
A sangria continua
A maioria das baixas registou-se depois de Bush ter proclamado o fim dos confrontos, em 1 de Maio de 2003, pois até então, e desde 20 de Março, as vítimas mortais foram 172.
Desde a «transferência de poder» para os iraquianos e até 8 de Julho, as forças de ocupação registaram 28 baixas, das quais 26 são soldados norte-americanos. Desde o início da guerra, ficaram feridos 5 394 militares norte-americanos.
Estes dados encontram-se já desactualizados, pois no espaço de uma semana mais vidas se perderam numa ocupação sem justificação, como revelam todas as informações vindas a público, incluindo os inquéritos levados a cabo nos EUA.
Face à constante sangria, o Exército dos EUA está a tentar cativar aviadores e marinheiros, oferecendo-lhes até 10 000 dólares, como revelou no domingo o diário The New York Times, para mudarem de arma.
«Face ao desgaste sofrido, o Exército procura novos elementos na Armada e na Força Aérea, e não são poucos», assegura o jornal, afirmando que o Exército, para cumprir a sua meta de recrutamento para 2006, necessita de atrair este ano para as suas fileiras 77 000 efectivos e cerca de 80 000 em 2005.