Não à divisão do Alentejo
Na sua reunião do passado dia 5, na qual participou como convidada a deputada Ângela Sabino, a Direcção da Organização Regional de Évora do PCP (DOREV) reafirmou a sua defesa da Grande Área Metropolitana do Alentejo. Os comunistas não entendem o que consideram ser uma «aliança táctica» de eleitos do PS com o PSD para tentar dividir o Alentejo.
Aos eleitos do PS de Borba, Évora, Mourão, Portel e Reguengos, o PCP pergunta porque é que teimam em dividir o Alentejo se no Alandroal, de maioria PS, o executivo municipal já se pronunciou pela criação de uma única região. A DOREV lembra que «somos a única região do País onde a constituição destas comunidades marca passo somente porque o PS e o PSD colocam acima dos interesses da região os interesses puramente partidários».
A reunião da DOREV debateu também a situação política nacional. Os comunistas de Évora consideram não haver outra solução que não seja a convocação de eleições antecipadas. Para o PCP, a «fuga» do primeiro-ministro não pode ser desligada do «cartão vermelho» que a política do Governo recebeu nas eleições de 13 de Junho, para o Parlamento Europeu. Os comunistas lembram as semelhanças entre esta situação e a criada pela demissão de António Guterres após a derrota nas autárquicas de 2001, que levou a eleições antecipadas.
A DOREV do PCP discutiu também a preparação do XVII Congresso do PCP, a ter lugar em Almada no próximo mês de Novembro.
Aos eleitos do PS de Borba, Évora, Mourão, Portel e Reguengos, o PCP pergunta porque é que teimam em dividir o Alentejo se no Alandroal, de maioria PS, o executivo municipal já se pronunciou pela criação de uma única região. A DOREV lembra que «somos a única região do País onde a constituição destas comunidades marca passo somente porque o PS e o PSD colocam acima dos interesses da região os interesses puramente partidários».
A reunião da DOREV debateu também a situação política nacional. Os comunistas de Évora consideram não haver outra solução que não seja a convocação de eleições antecipadas. Para o PCP, a «fuga» do primeiro-ministro não pode ser desligada do «cartão vermelho» que a política do Governo recebeu nas eleições de 13 de Junho, para o Parlamento Europeu. Os comunistas lembram as semelhanças entre esta situação e a criada pela demissão de António Guterres após a derrota nas autárquicas de 2001, que levou a eleições antecipadas.
A DOREV do PCP discutiu também a preparação do XVII Congresso do PCP, a ter lugar em Almada no próximo mês de Novembro.