Aumento de propinas é inadmissível!
A Comissão Distrital de Castelo Branco da JCP classifica como «inadmissível» o aumento de propinas na Universidade da Beira Interior, na Covilhã, no próximo ano lectivo.
É o Estado que tem de fixar o valor das propinas
O Reitor da Universidade da Beira Interior (UBI), em reunião de Senado, fez aumentar, no passado ano, para o dobro o valor das propinas, passando de 356 para 700 euros. Como se não bastasse, este ano já se anunciou um novo aumento.
«Aumentar ainda mais as propinas irá criar cada vez mais dificuldades a quem quer estudar», denunciou, esta semana, em nota de imprensa, dirigida ao Avante!, a JCP de Castelo Branco, sublinhando que, independentemente do valor que o Reitor pretende fixar, «o que a UBI tem de mostrar com clareza é que é o Estado que tem de fixar o valor das propinas, e que o caminho mais correcto e socialmente mais justo é a exigência da revogação da Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior».
Entretanto, outros casos vão acontecendo. O Colectivo do Ensino Superior da JCP repudiou, na passada semana, a acção do Conselho Directivo da Escola Superior de Educação de Beja, devido à ameaça concreta que fez quando decidiu divulgar num cartaz, de atraso do pagamento das propinas, que anteriormente não tinham sido pedidas devido a vários factores, que o pagamento das bolsas de estudo só será feito depois de caducar o prazo legal do pagamento das propinas.
«Esta situação não deriva apenas da responsabilidade do Conselho Directivo mas também da elitista lei de financiamento do ensino superior, lei esta que provocou um aumento brutal de propinas por todo o País excluindo logo milhares de alunos do ensino superior», destaca a JCP.
Denunciando que a Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Beja, como tem sido hábito, continua a não defender os interesses dos estudantes ao tomar uma atitude subserviente perante esta situação, os jovens comunistas prometem continuar a lutar «por uma escola pública, gratuita e de qualidade onde os factores económicos não subjuguem os factores humanos».
Protestos estudantis
Em Coimbra, os estudante decidiram manifestar-se na abertura solene das aulas do próximo ano lectivo, contra a fixação do montante da propina, e repudiam a posição até agora assumida pelo Reitor, Seabra Santos. A decisão foi tomada por maioria na última assembleia magna.
Uma das três moções aprovadas critica a «continua falta de uma posição clara da Reitoria em relação à Lei de Financiamento do Ensino Superior», que, na opinião dos alunos, «apenas poderia passar pela não fixação da propina como forma de responsabilizar o Ministério por este facto».
Nas outras duas moções, os estudantes solicitam ao Presidente da República a não promulgação da Lei de Bases do Sistema Educativo, que consideram «inconstitucional e destrutiva do conceito de escola pública», e garantem que «não vão dar tréguas a um Governo que está a destruir as liberdades e garantias dos jovens portugueses».
«Aumentar ainda mais as propinas irá criar cada vez mais dificuldades a quem quer estudar», denunciou, esta semana, em nota de imprensa, dirigida ao Avante!, a JCP de Castelo Branco, sublinhando que, independentemente do valor que o Reitor pretende fixar, «o que a UBI tem de mostrar com clareza é que é o Estado que tem de fixar o valor das propinas, e que o caminho mais correcto e socialmente mais justo é a exigência da revogação da Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior».
Entretanto, outros casos vão acontecendo. O Colectivo do Ensino Superior da JCP repudiou, na passada semana, a acção do Conselho Directivo da Escola Superior de Educação de Beja, devido à ameaça concreta que fez quando decidiu divulgar num cartaz, de atraso do pagamento das propinas, que anteriormente não tinham sido pedidas devido a vários factores, que o pagamento das bolsas de estudo só será feito depois de caducar o prazo legal do pagamento das propinas.
«Esta situação não deriva apenas da responsabilidade do Conselho Directivo mas também da elitista lei de financiamento do ensino superior, lei esta que provocou um aumento brutal de propinas por todo o País excluindo logo milhares de alunos do ensino superior», destaca a JCP.
Denunciando que a Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Beja, como tem sido hábito, continua a não defender os interesses dos estudantes ao tomar uma atitude subserviente perante esta situação, os jovens comunistas prometem continuar a lutar «por uma escola pública, gratuita e de qualidade onde os factores económicos não subjuguem os factores humanos».
Protestos estudantis
Em Coimbra, os estudante decidiram manifestar-se na abertura solene das aulas do próximo ano lectivo, contra a fixação do montante da propina, e repudiam a posição até agora assumida pelo Reitor, Seabra Santos. A decisão foi tomada por maioria na última assembleia magna.
Uma das três moções aprovadas critica a «continua falta de uma posição clara da Reitoria em relação à Lei de Financiamento do Ensino Superior», que, na opinião dos alunos, «apenas poderia passar pela não fixação da propina como forma de responsabilizar o Ministério por este facto».
Nas outras duas moções, os estudantes solicitam ao Presidente da República a não promulgação da Lei de Bases do Sistema Educativo, que consideram «inconstitucional e destrutiva do conceito de escola pública», e garantem que «não vão dar tréguas a um Governo que está a destruir as liberdades e garantias dos jovens portugueses».