Privatização, não!
Os trabalhadores da GDF e EDF (gás e electricidade) prosseguem as acções contra a transformação destas empresas públicas em sociedades anónimas.
500 mil assinaturas contra a privatização foram entregues a Chirac
As acções de protesto na EDF e GDP iniciaram-se no passado mês de Abril, na sequência do anúncio por parte do governo de direita de alterar o estatuto destas empresas públicas, preparando a sua futura alienação.
Daí para cá, têm-se sucedido as manifestações e greves, com cortes cirúrgicos de corrente, como os registados na passada semana que deixaram sem energia as embaixadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, em Paris, numerosos ministérios e mesmo o palácio presidencial do Eliseu e a própria Torre Eiffel. Alguns ministros e outros detentores de cargos públicos sofreram cortes de gás ou de electricidade nas suas residências.
Nem a promessa feita pelo ministro das Finanças, Nicolas Sarkozy, de que o Estado manterá sempre pelo menos 70 por cento do capital da EDF, desmobilizou os trabalhadores que apelam à solidariedade dos franceses em defesa do serviços público ameaçado pela privatização.
Neste sentido, a central sindical CGT, a estrutura mais forte no sector, lançou um abaixo-assinado que já recolheu 600 mil assinaturas, das quais 500 mil foram entregues na semana passada ao presidente Jacques Chirac.
Numa operação denominada «Robin dos Bosques», equipas da EDF começaram na segunda-feira, 21, a restabelecer o fornecimento de electricidade a 250 mil lares privados de energia por falta de pagamento.
Segundo a CGT, os trabalhadores ocupam cerca de duas dezenas de redes de transporte de alta tensão e já provocaram uma redução de 10 por cento da produção nacional, obrigando a empresa a interromper as suas exportações para a Itália.
A central sindical reafirmou que os particulares não serão afectados pelos cortes de energia, os quais continuarão a visar apenas as grandes indústrias, instalações públicas e personalidades políticas.
Desde a tarde de segunda-feira, verificaram-se quebras no fornecimento de electricidade em cerca de 30 grandes unidades industriais, designadamente na Renault, Lafarge, Snecma e aeroportos de Paris. A administração da EDF apresentou uma centena de queixas contra desconhecidos pelos cortes «selvagens».
Daí para cá, têm-se sucedido as manifestações e greves, com cortes cirúrgicos de corrente, como os registados na passada semana que deixaram sem energia as embaixadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, em Paris, numerosos ministérios e mesmo o palácio presidencial do Eliseu e a própria Torre Eiffel. Alguns ministros e outros detentores de cargos públicos sofreram cortes de gás ou de electricidade nas suas residências.
Nem a promessa feita pelo ministro das Finanças, Nicolas Sarkozy, de que o Estado manterá sempre pelo menos 70 por cento do capital da EDF, desmobilizou os trabalhadores que apelam à solidariedade dos franceses em defesa do serviços público ameaçado pela privatização.
Neste sentido, a central sindical CGT, a estrutura mais forte no sector, lançou um abaixo-assinado que já recolheu 600 mil assinaturas, das quais 500 mil foram entregues na semana passada ao presidente Jacques Chirac.
Numa operação denominada «Robin dos Bosques», equipas da EDF começaram na segunda-feira, 21, a restabelecer o fornecimento de electricidade a 250 mil lares privados de energia por falta de pagamento.
Segundo a CGT, os trabalhadores ocupam cerca de duas dezenas de redes de transporte de alta tensão e já provocaram uma redução de 10 por cento da produção nacional, obrigando a empresa a interromper as suas exportações para a Itália.
A central sindical reafirmou que os particulares não serão afectados pelos cortes de energia, os quais continuarão a visar apenas as grandes indústrias, instalações públicas e personalidades políticas.
Desde a tarde de segunda-feira, verificaram-se quebras no fornecimento de electricidade em cerca de 30 grandes unidades industriais, designadamente na Renault, Lafarge, Snecma e aeroportos de Paris. A administração da EDF apresentou uma centena de queixas contra desconhecidos pelos cortes «selvagens».