Política desastrosa na saúde
Num conjunto de visitas efectuadas pelos deputados comunistas Bernardino Soares e Odete Santos, acompanhados por dirigentes da Organização Regional de Lisboa do PCP, a diversas unidades de saúde da capital foi possível concluir que «só a entrega, o esforço e notável profissionalismo dos trabalhadores» permite esbater as consequências negativas da política do Governo para o sector.
Na reunião efectuada com a administração e principais directores de departamento do Hospital de Santa Maria confirmou-se a desadequada política financeira do Governo, acusa a DORL, em nota distribuída à imprensa no passado dia 25. A situação de precariedade em que trabalham muitos dos profissionais também é alvo das críticas dos comunistas, que considera que esta põe em causa a estabilidade necessária das equipas de intervenção. Mais de dez por cento dos trabalhadores do Hospital Santa Maria têm contratos a termo e faltam cerca de 300 enfermeiros, acusam os comunistas.
No Centro de Saúde da Pontinha, os comunistas puderam constatar que esta unidade continua em instalações deficientes, servindo cerca de 40 mil utentes. A situação precária deste centro de saúde permite a ocorrência ridícula de cortes frequentes de energia, por o senhorio de recusar a reforçar a capacidade energética do centro.
Trabalham neste centro 11 enfermeiros, apesar de o quadro de pessoal prever 40. Quanto aos administrativos, o quadro prevê 33 e trabalham no centro de saúde da Pontinha apenas 9. Foi possível ainda saber que mais de 6 mil utentes não têm médico de família e que muitos dos clínicos têm mais do que os 1500 utentes que a Organização Mundial de Saúde prevê.
Na reunião efectuada com a administração e principais directores de departamento do Hospital de Santa Maria confirmou-se a desadequada política financeira do Governo, acusa a DORL, em nota distribuída à imprensa no passado dia 25. A situação de precariedade em que trabalham muitos dos profissionais também é alvo das críticas dos comunistas, que considera que esta põe em causa a estabilidade necessária das equipas de intervenção. Mais de dez por cento dos trabalhadores do Hospital Santa Maria têm contratos a termo e faltam cerca de 300 enfermeiros, acusam os comunistas.
No Centro de Saúde da Pontinha, os comunistas puderam constatar que esta unidade continua em instalações deficientes, servindo cerca de 40 mil utentes. A situação precária deste centro de saúde permite a ocorrência ridícula de cortes frequentes de energia, por o senhorio de recusar a reforçar a capacidade energética do centro.
Trabalham neste centro 11 enfermeiros, apesar de o quadro de pessoal prever 40. Quanto aos administrativos, o quadro prevê 33 e trabalham no centro de saúde da Pontinha apenas 9. Foi possível ainda saber que mais de 6 mil utentes não têm médico de família e que muitos dos clínicos têm mais do que os 1500 utentes que a Organização Mundial de Saúde prevê.