Perseguições na AutoEuropa
A Juventude CDU denuncia que a administração da AutoEuropa está a discriminar e a perseguir trabalhadores, levando-os a abandonar a empresa «com uma pequena quantia de dinheiro».
Os trabalhadores negociaram um acordo com a administração, em que esta se comprometia a não despedir funcionários. Em troca os salários não seriam aumentados. Sem que a empresa tivesse feito despedimentos, hoje existem menos 220 trabalhadores, que foram «”convidados” a sair com discriminações e perseguições».
«Quando se fala da AutoEuropa como uma grande empresa, devia-se dizer o que se passa em algumas secções com os delegados e dirigente sindicais, principalmente na secção de pintura. Desde Dezembro de 2002, muitos foram os sindicalistas que tiveram problemas», refere a Juventude CDU.
Os jovens consideram que o posto de trabalho destes operários pode estar em perigo, pois «poderão ser passados para outras empresas do Parque da AutoEuropa, com outras tarefas e com diminuição do salário».
«Não se pode trocar direitos por dinheiro», sublinham, acrescentando que os trabalhadores estavam mal informados na altura da negociação do acordo e que a administração da empresa «nunca revelou as suas reais intenções».
Os trabalhadores negociaram um acordo com a administração, em que esta se comprometia a não despedir funcionários. Em troca os salários não seriam aumentados. Sem que a empresa tivesse feito despedimentos, hoje existem menos 220 trabalhadores, que foram «”convidados” a sair com discriminações e perseguições».
«Quando se fala da AutoEuropa como uma grande empresa, devia-se dizer o que se passa em algumas secções com os delegados e dirigente sindicais, principalmente na secção de pintura. Desde Dezembro de 2002, muitos foram os sindicalistas que tiveram problemas», refere a Juventude CDU.
Os jovens consideram que o posto de trabalho destes operários pode estar em perigo, pois «poderão ser passados para outras empresas do Parque da AutoEuropa, com outras tarefas e com diminuição do salário».
«Não se pode trocar direitos por dinheiro», sublinham, acrescentando que os trabalhadores estavam mal informados na altura da negociação do acordo e que a administração da empresa «nunca revelou as suas reais intenções».