A contas com a Expo
De acordo com informações avançadas na edição de segunda-feira do Diário de Notícias, as empresas petrolíferas BP e Petrogal terão firmado acordos secretos com o Estado para receberem indemnizações suplementares pelo abandono dos terrenos da zona oriental de Lisboa, local onde se construiu e realizou a EXPO 98.
À verba inicialmente prevista para ressarcir a BP, cerca de dois milhões e meio de contos, a Parque Expo, gestora do empreendimento, o Governo Socialista, liderado por António Guterres, e os representantes da administração da petrolífera inglesa terão acrescido, sob voto de confidencialidade, um valor extra de mais três milhões e meio de contos.
De igual forma, a Galp Energia, detentora da totalidade do capital da Petrogal, terá recebido uma segunda tranche compensatória pela cedência dos espaços que ocupava.
Pina Moura, que à data assumiu a pasta da Economia, delegou num quadro do Ministério a transferência de um segundo montante monetário de cerca de 18 milhões de contos que, a juntar aos 22 milhões entretanto pagos pelo Estado, satisfez as pretensões iniciais da empresa, que queria receber 40 milhões de contos pelos terrenos.
À verba inicialmente prevista para ressarcir a BP, cerca de dois milhões e meio de contos, a Parque Expo, gestora do empreendimento, o Governo Socialista, liderado por António Guterres, e os representantes da administração da petrolífera inglesa terão acrescido, sob voto de confidencialidade, um valor extra de mais três milhões e meio de contos.
De igual forma, a Galp Energia, detentora da totalidade do capital da Petrogal, terá recebido uma segunda tranche compensatória pela cedência dos espaços que ocupava.
Pina Moura, que à data assumiu a pasta da Economia, delegou num quadro do Ministério a transferência de um segundo montante monetário de cerca de 18 milhões de contos que, a juntar aos 22 milhões entretanto pagos pelo Estado, satisfez as pretensões iniciais da empresa, que queria receber 40 milhões de contos pelos terrenos.