Vitalidade provada
«A inauguração da casa sindical no Porto é, antes de mais, a resposta responsável, firme e determinada ao ataque que o Governo dirige aos trabalhadores», afirmou João Torres ao Avante!. Para o coordenador da União dos Sindicatos do Porto, a abertura desta sede – que alberga a USP/CGTP-IN e os sindicatos dos Ferroviários, Metalúrgicos, Gráficos e Indústrias Eléctricas – «revela a pujança e a vitalidade do movimento sindical, obreiro, em exclusivo, desta iniciativa».
A casa sindical abriu as suas portas dia 14, no edifício da antiga sede dos Ferroviários, num espaço completamente remodelado.
«Desenvolveu-se este projecto de partilha absoluta entre as organizações envolvidas, numa decisão que só pode significar um melhor apoio aos trabalhadores», referiu Ernesto António, dirigente dos Gráficos.
«É uma decisão que anteviu o futuro», completou Álvaro Pinto, dos Ferroviários, pois «na perspectiva do património sindical existem condições para uma resposta mais efectiva às adversidades».
«Para além de um exemplo de união e ajustamento em torno de objectivos, trata-se de optimizar os meios disponíveis para a acção», sublinhou Daniel Sampaio, das Indústrias Eléctricas.
Manuel Almeida, dos Metalúrgicos, salientou que esta solução reforça a estrutura do movimento sindical e apura a sua organização e «nestes moldes, é uma experiência nova que não tardará a dar os seus frutos».
«No fundo, este projecto salvaguarda um entendimento solidário entre as organizações que o assumiram, criando mais condições para a actividade sindical», sintetizou João Torres.
Localizado perto da estação de Campanhã, o edifício possui um auditório e diversas salas de trabalho, «que em termos de eficácia e comodidade cumprem necessidades de trabalho colectivo».
O investimento foi suportado exclusivamente pelo movimento sindical. A dada altura, a USP propôs à Câmara Municipal do Porto uma concertação com as colectividades daquela zona, para usufruto comum do espaço, mas não teve resposta. «Para além de um silêncio absoluto face a esta proposta, a actuação dos executivos camarários, anterior e actual, PS e PSD, caracterizou-se pela ausência de apoio, em contraste com diversos apoios que concederam a associações de empresários», mostrando que «estes senhores não querem nada com os trabalhadores», acusou João Torres.
A casa sindical abriu as suas portas dia 14, no edifício da antiga sede dos Ferroviários, num espaço completamente remodelado.
«Desenvolveu-se este projecto de partilha absoluta entre as organizações envolvidas, numa decisão que só pode significar um melhor apoio aos trabalhadores», referiu Ernesto António, dirigente dos Gráficos.
«É uma decisão que anteviu o futuro», completou Álvaro Pinto, dos Ferroviários, pois «na perspectiva do património sindical existem condições para uma resposta mais efectiva às adversidades».
«Para além de um exemplo de união e ajustamento em torno de objectivos, trata-se de optimizar os meios disponíveis para a acção», sublinhou Daniel Sampaio, das Indústrias Eléctricas.
Manuel Almeida, dos Metalúrgicos, salientou que esta solução reforça a estrutura do movimento sindical e apura a sua organização e «nestes moldes, é uma experiência nova que não tardará a dar os seus frutos».
«No fundo, este projecto salvaguarda um entendimento solidário entre as organizações que o assumiram, criando mais condições para a actividade sindical», sintetizou João Torres.
Localizado perto da estação de Campanhã, o edifício possui um auditório e diversas salas de trabalho, «que em termos de eficácia e comodidade cumprem necessidades de trabalho colectivo».
O investimento foi suportado exclusivamente pelo movimento sindical. A dada altura, a USP propôs à Câmara Municipal do Porto uma concertação com as colectividades daquela zona, para usufruto comum do espaço, mas não teve resposta. «Para além de um silêncio absoluto face a esta proposta, a actuação dos executivos camarários, anterior e actual, PS e PSD, caracterizou-se pela ausência de apoio, em contraste com diversos apoios que concederam a associações de empresários», mostrando que «estes senhores não querem nada com os trabalhadores», acusou João Torres.