Administração Pública mobiliza-se
Dirigentes, delegados sindicais e activistas da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública realizaram um plenário nacional, seguido de manifestação em Lisboa, no dia 22.
Na resolução aprovada no plenário da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública que decorreu na Associação de Comerciantes de Lisboa, ficou demonstrada a forte determinação em prosseguir o combate contra a ofensiva do Governo PSD/PP, as funções sociais do Estado e os trabalhadores do sector.
O plenário concluiu que o País está a assistir «a uma ofensiva subversiva do modelo social consagrado na Constituição» que pretende eliminar pilares fundamentais do Estado democrático.
Os activistas salientam a chamada «reforma da Administração Pública» com o congelamento de salários, de progressões e promoções, a partidarização dos cargos de chefia, o ataque ao vínculo de emprego público, o corte nos direitos de aposentação, a redução de comparticipações da ADSE, de direitos individuais e colectivos através do Código do Trabalho, a criação de supranumerários e o aumento de processos disciplinares.
Perante este quadro ficou o apelo à participação activa no 25 de Abril e no 1.º de Maio, à intensificação de acções em defesa dos direitos laborais, das funções sociais do Estado e da democracia, exigir um aumento real de salários de 50 euros/mês para todos estes trabalhadores e apelou à participação de todos na manifestação nacional marcada para dia 19 de Maio, por outra política e outro Governo.
Posteriormente, mais de 500 activistas desfilaram até ao Ministério das Cidades e à residência oficial do Primeiro Ministro, numa iniciativa promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa.
Na resolução aprovada no plenário da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública que decorreu na Associação de Comerciantes de Lisboa, ficou demonstrada a forte determinação em prosseguir o combate contra a ofensiva do Governo PSD/PP, as funções sociais do Estado e os trabalhadores do sector.
O plenário concluiu que o País está a assistir «a uma ofensiva subversiva do modelo social consagrado na Constituição» que pretende eliminar pilares fundamentais do Estado democrático.
Os activistas salientam a chamada «reforma da Administração Pública» com o congelamento de salários, de progressões e promoções, a partidarização dos cargos de chefia, o ataque ao vínculo de emprego público, o corte nos direitos de aposentação, a redução de comparticipações da ADSE, de direitos individuais e colectivos através do Código do Trabalho, a criação de supranumerários e o aumento de processos disciplinares.
Perante este quadro ficou o apelo à participação activa no 25 de Abril e no 1.º de Maio, à intensificação de acções em defesa dos direitos laborais, das funções sociais do Estado e da democracia, exigir um aumento real de salários de 50 euros/mês para todos estes trabalhadores e apelou à participação de todos na manifestação nacional marcada para dia 19 de Maio, por outra política e outro Governo.
Posteriormente, mais de 500 activistas desfilaram até ao Ministério das Cidades e à residência oficial do Primeiro Ministro, numa iniciativa promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa.