Ovar prepara o 17.º Congresso
A Organização Concelhia de Ovar do PCP realizou, na passada sexta-feira, um plenário de militantes preparatório do 17.º Congresso do PCP, a realizar no fim de Novembro, em Almada.
Na intervenção inicial, Ricardo Oliveira, membro do Comité Central, lançou um conjunto de ideias e linhas para o debate, apelando à participação de todos, o que de resto, veio a acontecer, com o debate a prolongar-se pela noite dentro.
Das várias ideias expressas pelos presentes, duas há, porém, a sublinhar: a primeira, que o colectivo de Ovar considera a existência do PCP, com a sua natureza de classe, os seus estatutos e o seu programa, «uma necessidade objectiva da nossa sociedade e um instrumento indispensável para o prosseguimento da luta organizada contra o capital e pelo progresso social». A segunda, que, na avaliação que fazem da situação política e social nacional e internacional, «reconhecem a justeza da análise e da reflexão que alimentaram as teses aprovadas no último congresso do Partido».
De facto, dizem, há traços comuns que determinam o rumo das sociedades e minam o poder reivindicativo massas populares: o imperialismo é cada vez mais suportado pela força das armas e o poder económico tende a dominar cada vez mais o poder político e a comunicação social.
É neste quadro que «se impõe a necessidade de um partido como o PCP». Um partido claramente identificados como os interesses das classes trabalhadores, capaz de responder aos desafios que se colocam a quem não se conforma com um mundo unipolar dominado pelos Estados Unidos que subjuga pela força das armas os povos que não se verguem perante os seus interesses.
Um Partido que defenda o aparelho produtivo nacional e denuncie de forma implacável os milhões de contos entregues ao capital, que acabaram por se traduzir no encerramento de empresas e despedimentos de milhares de trabalhadores – mais de 3500 só no passado mês de Março. Enfim, «um Partido firme e unido perante os ataques dos que persistem em decretar o fim do comunismo, por saberem que este representa a luz e a esperança para milhões de seres humanos em todo o mundo».
Na intervenção inicial, Ricardo Oliveira, membro do Comité Central, lançou um conjunto de ideias e linhas para o debate, apelando à participação de todos, o que de resto, veio a acontecer, com o debate a prolongar-se pela noite dentro.
Das várias ideias expressas pelos presentes, duas há, porém, a sublinhar: a primeira, que o colectivo de Ovar considera a existência do PCP, com a sua natureza de classe, os seus estatutos e o seu programa, «uma necessidade objectiva da nossa sociedade e um instrumento indispensável para o prosseguimento da luta organizada contra o capital e pelo progresso social». A segunda, que, na avaliação que fazem da situação política e social nacional e internacional, «reconhecem a justeza da análise e da reflexão que alimentaram as teses aprovadas no último congresso do Partido».
De facto, dizem, há traços comuns que determinam o rumo das sociedades e minam o poder reivindicativo massas populares: o imperialismo é cada vez mais suportado pela força das armas e o poder económico tende a dominar cada vez mais o poder político e a comunicação social.
É neste quadro que «se impõe a necessidade de um partido como o PCP». Um partido claramente identificados como os interesses das classes trabalhadores, capaz de responder aos desafios que se colocam a quem não se conforma com um mundo unipolar dominado pelos Estados Unidos que subjuga pela força das armas os povos que não se verguem perante os seus interesses.
Um Partido que defenda o aparelho produtivo nacional e denuncie de forma implacável os milhões de contos entregues ao capital, que acabaram por se traduzir no encerramento de empresas e despedimentos de milhares de trabalhadores – mais de 3500 só no passado mês de Março. Enfim, «um Partido firme e unido perante os ataques dos que persistem em decretar o fim do comunismo, por saberem que este representa a luz e a esperança para milhões de seres humanos em todo o mundo».