Presos do império
Enquanto o Tribunal de Apelação de Atlanta pondera o recurso apresentado pela defesa dos cinco cubanos antiterroristas, os comités nacionais de solidariedade denunciam a fraude da acusação.
É necessário denunciar a sentença aplicada
Foi com esse intuito que reuniu, na quinta-feira, da semana passada, o Comité Português para a Libertação dos Cinco Cubanos Antiterroristas, encontro que, entre os cerca de trinta participantes, contou a presença do Embaixador de Cuba em Portugal, Reinaldo Calviac.
A ordem de trabalhos centrou-se na informação dos últimos desenvolvimentos do processo e no balanço de uma campanha de provocação ao povo cubano movida pelos EUA e pela máfia anti-cubana sedeada em Miami.
Para que tais factos sejam denunciados publicamente, foi aprovada uma declaração colectiva, que no fundamental desmascara os motivos invocados pelos norte-americanos para manter ilegitimamente detidos, desde 1998, sob condições de cárcere duríssimas, os cinco patriotas cubanos.
Tendo em vista o próximo dia 10 de Março - data em que será conhecida a decisão do tribunal sobre o apelo da defesa - mas também as grandes iniciativas de massas de 11 e 20 de Março e as comemorações do 25 de Abril e do 1.º de Maio, foram marcadas diversas actividades de contacto com a população e com entidades institucionais para esclarecer e alertar sobre a injustiça vivida pelos cinco.
Lançou-se ainda o apelo para uma campanha de fundos que decorre paralelamente nos cerca de 260 comités espalhados pelo mundo, recolha que visa angariar cinquenta mil dólares para a publicação de um anúncio no New York Times, veículo através do qual será possível informar os norte-americanos sobre a situação e romper a mentira mediática que lhes é imposta, de que é exemplo o facto do dinheiro canalizado pelo comité francês ter sido «congelado» pelas autoridades numa instituição bancária, lembrou Reinaldo Calviac.
É pois necessário mobilizar cada vez mais consciências para denunciar «a sentença aplicada a quem exercia uma acção antiterrorista, o que vem demonstrar a contradição evidente das autoridades dos EUA que se dizem empenhadas em combater o terrorismo», sublinha o documento.
A ordem de trabalhos centrou-se na informação dos últimos desenvolvimentos do processo e no balanço de uma campanha de provocação ao povo cubano movida pelos EUA e pela máfia anti-cubana sedeada em Miami.
Para que tais factos sejam denunciados publicamente, foi aprovada uma declaração colectiva, que no fundamental desmascara os motivos invocados pelos norte-americanos para manter ilegitimamente detidos, desde 1998, sob condições de cárcere duríssimas, os cinco patriotas cubanos.
Tendo em vista o próximo dia 10 de Março - data em que será conhecida a decisão do tribunal sobre o apelo da defesa - mas também as grandes iniciativas de massas de 11 e 20 de Março e as comemorações do 25 de Abril e do 1.º de Maio, foram marcadas diversas actividades de contacto com a população e com entidades institucionais para esclarecer e alertar sobre a injustiça vivida pelos cinco.
Lançou-se ainda o apelo para uma campanha de fundos que decorre paralelamente nos cerca de 260 comités espalhados pelo mundo, recolha que visa angariar cinquenta mil dólares para a publicação de um anúncio no New York Times, veículo através do qual será possível informar os norte-americanos sobre a situação e romper a mentira mediática que lhes é imposta, de que é exemplo o facto do dinheiro canalizado pelo comité francês ter sido «congelado» pelas autoridades numa instituição bancária, lembrou Reinaldo Calviac.
É pois necessário mobilizar cada vez mais consciências para denunciar «a sentença aplicada a quem exercia uma acção antiterrorista, o que vem demonstrar a contradição evidente das autoridades dos EUA que se dizem empenhadas em combater o terrorismo», sublinha o documento.