Urge reflexão ampla
O PCP quer ver discutida, de forma «ampla e aprofundada», a segurança nos estádios portugueses. Vários têm sido nos últimos tempos os factos que justificam essa necessidade, mas um houve, mais recentemente – os incidentes e confrontos em 1 de Fevereiro no jogo entre o Vitória de Guimarães e o Boavista – que veio conferir maior acuidade à questão e colocá-la na ordem do dia. Por isso o pedido da bancada comunista no sentido da realização de uma audição, «com a máxima urgência», do ministro Adjunto do primeiro-ministro, José Luís Arnaut, e do ministro da
Administração Interna, Figueiredo Lopes, sobre as condições de segurança dos grandes eventos desportivos em Portugal.
«Não podemos ignorar que este lamentável episódio veio seguir-se a vários outros acontecimentos que no seu conjunto vêm suscitar profundas interrogações e alertas», refere, em requerimento entregue na Assembleia da República, o deputado comunista Bruno Dias, para quem, entre outras, estão em causa questões como a «insuficiente capacidade de resposta dos dispositivos policiais, a clara desadequação dos sistemas de segurança e assistência privada no interior dos estádios, a desarticulação entre forças policiais e assistentes desportivos, a falta de instrumentos críticos de planeamento de emergência, a ruptura dos sistemas de comunicações e redes de emergência e segurança».
Administração Interna, Figueiredo Lopes, sobre as condições de segurança dos grandes eventos desportivos em Portugal.
«Não podemos ignorar que este lamentável episódio veio seguir-se a vários outros acontecimentos que no seu conjunto vêm suscitar profundas interrogações e alertas», refere, em requerimento entregue na Assembleia da República, o deputado comunista Bruno Dias, para quem, entre outras, estão em causa questões como a «insuficiente capacidade de resposta dos dispositivos policiais, a clara desadequação dos sistemas de segurança e assistência privada no interior dos estádios, a desarticulação entre forças policiais e assistentes desportivos, a falta de instrumentos críticos de planeamento de emergência, a ruptura dos sistemas de comunicações e redes de emergência e segurança».