Cuba livre
A Associação de Amizade Portugal-Cuba promoveu, no passado sábado, num restaurante de Lisboa, um almoço de comemoração do 45.º aniversário da Revolução cubana.
A iniciativa contou com a presença de quase duas centenas de pessoas, entre as quais o embaixador de Cuba em Portugal, Reinaldo Calviac, o general Vasco Gonçalves, o almirante Rosa Coutinho e representantes do PCP e da Intervenção Democrática.
Durante o repasto, a presidente da Associação, Armanda Fonseca, destacou as tarefas imediatas a dinamizar, fundamentalmente a denúncia do criminoso embargo americano à ilha, razão central das dificuldades sentidas naquele país, e a sensibilização de mais gente para a corrente de solidariedade para com os cinco patriotas cubanos presos nos EUA.
A terminar, o embaixador desmentiu algumas notícias vindas a público que davam conta da proibição dos cubanos em acederem livremente à internet, sublinhando que a dificuldade passa sobretudo pelo bloqueio.
Reinaldo Calviac alertou ainda para as consequências da política imperialista norte-americana e revelou que, apesar de tudo, em 2003, Cuba registou uma taxa de crescimento económico de 3,8 por cento, facto que se reflecte na elevação das condições de vida do povo.
A iniciativa contou com a presença de quase duas centenas de pessoas, entre as quais o embaixador de Cuba em Portugal, Reinaldo Calviac, o general Vasco Gonçalves, o almirante Rosa Coutinho e representantes do PCP e da Intervenção Democrática.
Durante o repasto, a presidente da Associação, Armanda Fonseca, destacou as tarefas imediatas a dinamizar, fundamentalmente a denúncia do criminoso embargo americano à ilha, razão central das dificuldades sentidas naquele país, e a sensibilização de mais gente para a corrente de solidariedade para com os cinco patriotas cubanos presos nos EUA.
A terminar, o embaixador desmentiu algumas notícias vindas a público que davam conta da proibição dos cubanos em acederem livremente à internet, sublinhando que a dificuldade passa sobretudo pelo bloqueio.
Reinaldo Calviac alertou ainda para as consequências da política imperialista norte-americana e revelou que, apesar de tudo, em 2003, Cuba registou uma taxa de crescimento económico de 3,8 por cento, facto que se reflecte na elevação das condições de vida do povo.