Mortalidade infantil aumentou no Sul do País

A mortalidade infantil aumentou de 2001 para 2002 na região de Lisboa e Vale do Tejo, no Alentejo, no Algarve e no arquipélago dos Açores, revelou na semana passada a Comissão Nacional de Saúde Materna e Neo-Natal, citada pela agência Lusa.
A média nacional foi de cinco mortes em cada mil nascimentos em 2002, tendo-se registado um aumento global do número de óbitos no primeiro dia após o nascimento, em particular no Sul de Portugal. Nesse ano, apenas no Norte do País se verificou uma diminuição da mortalidade infantil.
A comissão defende a necessidade de se rever a rede hospitalar, pois «abaixo de um determinado número de partos, os hospitais têm dificuldade em responder a situações mais complicadas».
Em 1989 foi definido que um hospital com menos de 1500 partos por ano não reunia as condições para uma assistência de primeira qualidade. «Hoje temos um conjunto de hospitais com menos de 500 partos por ano», alerta a comissão, que anunciou que pretende criar um sub-comissão para a área da contracepção e gravidez na adolescência
Em 1985, a mortalidade infantil portuguesa rondava as 25 mortes por mil nascimentos.


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