Irlanda recusa cimeiras
O primeiro-ministro irlandês, Bertie Ahern, declarou que o seu país não irá albergar as grandes cimeiras europeias por motivos económicos, logísticos e de segurança.
O anúncio foi feito na sexta-feira, 21, no dia seguinte aos atentados contra interesses britânicos em Istambul, capital da Turquia, que causaram 24 mortos. Ahern sugeriu que os futuros conselhos de ministros e de chefes de Estado da União Europeia se realizem em Bruxelas.
A Irlanda, acrescentou, país que assume presidência rotativa da UE a partir de Janeiro, «não está preparada para acolher cimeiras de tal envergadura dada a ameaça do terrorismo internacional.
«Tenho muita confiança nas nossas forças de segurança e apesar de não ter dúvidas de que somos capazes de organizar tais actos, a realidade é que seria demasiado caro, incómodo e perigoso», explicou Ahern.
O governante fundamentou a sua proposta aludindo ao tamanho das futuras reuniões dos Quinze mais os países candidatos, ao todo 28, afirmando estar convencido de que será a melhor solução para o país e para a UE.
O anúncio foi feito na sexta-feira, 21, no dia seguinte aos atentados contra interesses britânicos em Istambul, capital da Turquia, que causaram 24 mortos. Ahern sugeriu que os futuros conselhos de ministros e de chefes de Estado da União Europeia se realizem em Bruxelas.
A Irlanda, acrescentou, país que assume presidência rotativa da UE a partir de Janeiro, «não está preparada para acolher cimeiras de tal envergadura dada a ameaça do terrorismo internacional.
«Tenho muita confiança nas nossas forças de segurança e apesar de não ter dúvidas de que somos capazes de organizar tais actos, a realidade é que seria demasiado caro, incómodo e perigoso», explicou Ahern.
O governante fundamentou a sua proposta aludindo ao tamanho das futuras reuniões dos Quinze mais os países candidatos, ao todo 28, afirmando estar convencido de que será a melhor solução para o país e para a UE.