Missão de risco
A coluna de jornalistas que seguiu para o Iraque para acompanhar a chegada do contingente da GNR foi, na manhã de sexta-feira, atacada por um grupo armado no sul do país junto à fronteira com o Koweit.
A comitiva, constituída por três jipes onde seguiam diversos profissionais da comunicação social, foi abordada por dois carros com homens armados que, perante a fuga dos dois primeiros veículos, imobilizaram a viatura onde seguiam Maria João Ruela, Rui do Ó e Carlos Raleiras.
A jornalista da SIC, ferida numa perna na sequência do assalto, e o operador de câmara foram resgatados pouco depois por iraquianos que os transportaram ao hospital mais próximo, tendo Maria João Ruela sido sujeita a intervenção cirúrgica num hospital de campanha britânico e regressado a Portugal no passado fim-de-semana.
Carlos Raleiras, da TSF, foi sequestrado juntamente com o carro por cerca de 30 horas, após o que foi libertado, havendo apenas a registar a perda de algum material.
Entretanto o Sindicato dos Jornalistas responsabilizou o executivo de Durão Barroso pelo sucedido, já que, segundo o comunicado divulgado, «os jornalistas portugueses foram abandonados à sua sorte» pelo Governo e pela GNR numa missão que comporta elevado risco dada a instabilidade que se vive no país.
A comitiva, constituída por três jipes onde seguiam diversos profissionais da comunicação social, foi abordada por dois carros com homens armados que, perante a fuga dos dois primeiros veículos, imobilizaram a viatura onde seguiam Maria João Ruela, Rui do Ó e Carlos Raleiras.
A jornalista da SIC, ferida numa perna na sequência do assalto, e o operador de câmara foram resgatados pouco depois por iraquianos que os transportaram ao hospital mais próximo, tendo Maria João Ruela sido sujeita a intervenção cirúrgica num hospital de campanha britânico e regressado a Portugal no passado fim-de-semana.
Carlos Raleiras, da TSF, foi sequestrado juntamente com o carro por cerca de 30 horas, após o que foi libertado, havendo apenas a registar a perda de algum material.
Entretanto o Sindicato dos Jornalistas responsabilizou o executivo de Durão Barroso pelo sucedido, já que, segundo o comunicado divulgado, «os jornalistas portugueses foram abandonados à sua sorte» pelo Governo e pela GNR numa missão que comporta elevado risco dada a instabilidade que se vive no país.