Resposta imediata para a Lisnave e Gestnave
Durante o Dia Nacional de Luta da CGTP, os trabalhadores da Gestnave e Lisnave entraram em greve, para se deslocarem a Lisboa e participar na manifestação. Antes, reuniram em Assembleia Geral de Trabalhadores, no largo de Camões, onde aprovaram uma resolução exigindo «resposta imediata do Governo» a cinco questões:
- desbloqueamento da reivindicação suscitada pelos representantes dos trabalhadores para ter efeitos em 2003;
- financiamento do Fundo de Pensões Gestnave, para que lhe seja desbloqueado o acesso por parte do Instituto de Seguros de Portugal;
- entrega aos órgãos dos trabalhadores do mais recente estudo elaborado pela Parpública, a pretexto do qual são delineadas medidas que põem em causa o futuro do estaleiro da Mitrena;
- garantia de emprego para todos quantos trabalham na Gestnave e Lisnave;
- garantias reais de cumprimento do Protocolo de Acordo assinado em 1997 entre o Estado e o grupo Mello.
Caso persista a falta de resposta do executivo, os trabalhadores vão «desenvolver formas de luta junto à residência oficial do primeiro-ministro, na defesa dos interesses do País e da região de Setúbal». Ficou ainda decidido solicitar uma audiência. à Comissão de Economia e Finanças da Assembleia da Republica, «reafirmar aos deputados do distrito de Setúbal que ainda não intervieram, que devem assumir as suas responsabilidades» neste processo, e renovar o pedido de audiência ao Presidente da República.
- desbloqueamento da reivindicação suscitada pelos representantes dos trabalhadores para ter efeitos em 2003;
- financiamento do Fundo de Pensões Gestnave, para que lhe seja desbloqueado o acesso por parte do Instituto de Seguros de Portugal;
- entrega aos órgãos dos trabalhadores do mais recente estudo elaborado pela Parpública, a pretexto do qual são delineadas medidas que põem em causa o futuro do estaleiro da Mitrena;
- garantia de emprego para todos quantos trabalham na Gestnave e Lisnave;
- garantias reais de cumprimento do Protocolo de Acordo assinado em 1997 entre o Estado e o grupo Mello.
Caso persista a falta de resposta do executivo, os trabalhadores vão «desenvolver formas de luta junto à residência oficial do primeiro-ministro, na defesa dos interesses do País e da região de Setúbal». Ficou ainda decidido solicitar uma audiência. à Comissão de Economia e Finanças da Assembleia da Republica, «reafirmar aos deputados do distrito de Setúbal que ainda não intervieram, que devem assumir as suas responsabilidades» neste processo, e renovar o pedido de audiência ao Presidente da República.