Resistência e greve a 21
Os sindicatos da Frente Comum avançam com um plano de resistência à crescente ofensiva do Governo contra os trabalhadores da Administração Pública.
Os trabalhadores do Estado enfrentam uma vasta e violenta ofensiva
Reunida na véspera do Dia Nacional de Luta, a coordenadora da Frente Comum de Sindicatos aprovou uma série de iniciativas, com destaque para uma paralisação que abrangerá todos os sectores, no dia 21 de Novembro.
Para responder «à manobra do PSD e do CDS/PP de, por iniciativa legislativa, tentarem repor as alterações ao Estatuto de Aposentação», que constavam na Lei do Orçamento de Estado de 2003 e que foram declaradas inconstitucionais, vai ser promovido um abaixo-assinado – refere-se no documento de conclusões da reunião de 29 de Outubro.
As posições sindicais sobre a denominada reforma da Administração Pública vão ser divulgadas, sob a forma de manifesto, com publicação na comunicação social.
Entre os dias 17 e 20 de Novembro será levada a cabo «uma jornada de informação e propaganda, virada para as populações e os utentes, com o objectivo de desmontar os verdadeiros desígnios do pacote legislativo que o Governo denomina de “reforma” da Administração Pública».
Para dia 21 de Novembro ficou agendada uma greve, que abrangerá todos os sectores e cujos contornos concretos estão a ser definidos por cada sindicato.
Combater o pacote laboral, os despedimentos, o recurso ao lay-off, o congelamento de carreiras, a redução dos salários, o «roubo da aposentação» e a política de privatizações são motivos para aderir à greve, apontados pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local. O STAL divulgou um folheto de apelo à participação na greve, para «fazer ouvir bem alto o grito da nossa revolta», no qual acusa o Governo de procurar fazer dos trabalhadores «o bode expiatório da sua incompetência» e de desencadear «a mais vasta e violenta ofensiva contra os direitos e conquistas fundamentais».
Para responder «à manobra do PSD e do CDS/PP de, por iniciativa legislativa, tentarem repor as alterações ao Estatuto de Aposentação», que constavam na Lei do Orçamento de Estado de 2003 e que foram declaradas inconstitucionais, vai ser promovido um abaixo-assinado – refere-se no documento de conclusões da reunião de 29 de Outubro.
As posições sindicais sobre a denominada reforma da Administração Pública vão ser divulgadas, sob a forma de manifesto, com publicação na comunicação social.
Entre os dias 17 e 20 de Novembro será levada a cabo «uma jornada de informação e propaganda, virada para as populações e os utentes, com o objectivo de desmontar os verdadeiros desígnios do pacote legislativo que o Governo denomina de “reforma” da Administração Pública».
Para dia 21 de Novembro ficou agendada uma greve, que abrangerá todos os sectores e cujos contornos concretos estão a ser definidos por cada sindicato.
Combater o pacote laboral, os despedimentos, o recurso ao lay-off, o congelamento de carreiras, a redução dos salários, o «roubo da aposentação» e a política de privatizações são motivos para aderir à greve, apontados pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local. O STAL divulgou um folheto de apelo à participação na greve, para «fazer ouvir bem alto o grito da nossa revolta», no qual acusa o Governo de procurar fazer dos trabalhadores «o bode expiatório da sua incompetência» e de desencadear «a mais vasta e violenta ofensiva contra os direitos e conquistas fundamentais».