Aumenta a repressão nas empresas
Há muito que a JCP se tem envolvido na denúncia do Pacote Laboral e dos retrocessos em termos de direitos dos trabalhadores, que a aplicação de tais medidas legislativas significam.
Neste sentido, em nota enviada aos órgão de comunicação social, a Comissão Política da Direcção Nacional da JCP alerta para o facto de que, «não estando o Pacote Laboral em vigor, o Governo e o patronato avance já ilegalmente com medidas previstas neste, e utilize todos os meios repressivos ao seu alcance para pressionar os trabalhadores e persuadi-los de lutar pelos seus direitos».
Exemplo disso, continuam os jovens comunistas, é a situação em se encontram os trabalhadores da Alcoa (ex-Indelma), no Seixal, que ameaçados por um despedimento colectivo, têm utilizado o direito à luta pelo emprego previsto na Constituição da República Portuguesa, como legítima forma de defenderem os seus interesses e, por isso, vêem os seus representantes perseguidos e alvos de pressão do patronato.
«No caso, o nosso camarada Luís Leitão, membro da Comissão Política da JCP, delegado sindical da Alcoa e dirigente sindical do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas a quem, na sequência de um plenário de trabalhadores para discutir a situação da empresa, foi instaurado um processo disciplinar por parte da administração», denuncia a JCP.
Neste sentido, a JCP solidariza-se com a luta dos jovens trabalhadores, em particular com os trabalhadores da Alcoa e apela a que a juventude portuguesa prossiga firme no combate a este pacote laboral e tome parte activa nas lutas que se avizinham.
Neste sentido, em nota enviada aos órgão de comunicação social, a Comissão Política da Direcção Nacional da JCP alerta para o facto de que, «não estando o Pacote Laboral em vigor, o Governo e o patronato avance já ilegalmente com medidas previstas neste, e utilize todos os meios repressivos ao seu alcance para pressionar os trabalhadores e persuadi-los de lutar pelos seus direitos».
Exemplo disso, continuam os jovens comunistas, é a situação em se encontram os trabalhadores da Alcoa (ex-Indelma), no Seixal, que ameaçados por um despedimento colectivo, têm utilizado o direito à luta pelo emprego previsto na Constituição da República Portuguesa, como legítima forma de defenderem os seus interesses e, por isso, vêem os seus representantes perseguidos e alvos de pressão do patronato.
«No caso, o nosso camarada Luís Leitão, membro da Comissão Política da JCP, delegado sindical da Alcoa e dirigente sindical do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas a quem, na sequência de um plenário de trabalhadores para discutir a situação da empresa, foi instaurado um processo disciplinar por parte da administração», denuncia a JCP.
Neste sentido, a JCP solidariza-se com a luta dos jovens trabalhadores, em particular com os trabalhadores da Alcoa e apela a que a juventude portuguesa prossiga firme no combate a este pacote laboral e tome parte activa nas lutas que se avizinham.