Decisão é «auto-afastamento»
Reagindo às declarações feitas por Carlos Brito à comunicação social, o Gabinete de Imprensa do PCP emitiu um comentário, no passado dia 19, que publicamos na íntegra:
«Descontando os artifícios de forma, a verdade é que a atitude agora anunciada por Carlos Brito corresponde, de facto, a uma decisão de auto-afastamento da vida e acção do PCP por parte de alguém que é hoje dirigente de uma outra organização política que está dotada de direcção, regras de funcionamento e programa político próprios, que se dispõe a dialogar com outras forças políticas e que até já anunciou publicamente o propósito de em breve discutir a sua própria orientação para as eleições de 2004.
«Embora por caminhos tortuosos e com viciadas justificações públicas, a alegada “auto-suspensão” de Carlos Brito traduz implicitamente o reconhecimento pelo próprio da óbvia incompatibilidade entre a pertença ao PCP e a pertença à nova organização política de que é um dos principais dirigentes e animadores.»
«Descontando os artifícios de forma, a verdade é que a atitude agora anunciada por Carlos Brito corresponde, de facto, a uma decisão de auto-afastamento da vida e acção do PCP por parte de alguém que é hoje dirigente de uma outra organização política que está dotada de direcção, regras de funcionamento e programa político próprios, que se dispõe a dialogar com outras forças políticas e que até já anunciou publicamente o propósito de em breve discutir a sua própria orientação para as eleições de 2004.
«Embora por caminhos tortuosos e com viciadas justificações públicas, a alegada “auto-suspensão” de Carlos Brito traduz implicitamente o reconhecimento pelo próprio da óbvia incompatibilidade entre a pertença ao PCP e a pertença à nova organização política de que é um dos principais dirigentes e animadores.»