Gambozinos ao saco
Há uns bons anos, a caça aos gambozinos - uns bicharocos imaginários com que se iludem inocentes – era feita à noite, de saco e lanterna, chamando em coro - «gambozinos ao saco». E não eram poucos os incautos que acreditavam na aldrabice.
Quando vejo PPortas nas suas milongas, lembro-me desta patranha.
Porque este CDS/PP e o seu «líder», não são apenas a extrema direita no poder, são, por percurso e opção, paradigma de demagogia e populismo, de política espectáculo, manobrismo e ambição de poder, sem valores democráticos nem respeito pela verdade, só dogmática superficial e serviço de inconfessáveis interesses de classe.
È isto que se adivinha num relance do novo «pacto de silêncio» que calou o principal arguido da «Moderna», deixando por explicar os meandros do «projecto de poder» e da «dilapidação» acontecida e a «coincidência» das várias agendas - criminais, políticas, mediáticas, de Rumsfeld, de Fátima F, etc – na «inocentação» de PPortas. Tão ocasional como, três dias depois, o seu chefe de gabinete ter visitado na cadeia o «amigo» JBGonçalves, que «não via há dois anos».
É isto que se vislumbra nas mentirolas e conspirações, «deslealdades» e golpadas do continuado assalto ao Estado, na Justiça, Defesa e Forças Armadas, Serviços de Informações Estratégicos, Polícia Judiciária Militar, Liga dos Combatentes, Cruz Vermelha, etc, mais o que na conjuntura se anuncia.
É isto que se percebe num ápice das devassas à dignidade do Estado e das Forças Armadas, anunciando medidas de política de Defesa em comícios do CDS/PP, mistificando «patriotismo» numa estratégia exclusiva de subordinação ao complexo militar-industrial USA e à intromissão dos seus mandaretes na vida política do país, como o inqualificável apoio do cônsul USA nos Açores, em «reunião centrista», à treta do «reforço de contrapartidas das Lages» que, quanto muito, serão discutidas daqui a meia dúzia de anos.
E é isto que se expressa nas propostas de «listas conjuntas» com o PSD nas europeias e regionais, ao menos nos Açores, de «maior aproximação», «candidato presidencial único» e «comissão política conjunta» e, no futuro, deixa-se já a ideia, a «fusão da direita», num projecto de poder «para muitos anos» - uma direita radical, populista e americanófila, em que PPortas possa pontificar, com o «velho PSD do centrão» deglutido e o Santana do «PPD» na Presidência.
É esta a ambição e o desígnio de PPortas. O resto são pulhices e tretas - «gambozinos ao saco».
Quando vejo PPortas nas suas milongas, lembro-me desta patranha.
Porque este CDS/PP e o seu «líder», não são apenas a extrema direita no poder, são, por percurso e opção, paradigma de demagogia e populismo, de política espectáculo, manobrismo e ambição de poder, sem valores democráticos nem respeito pela verdade, só dogmática superficial e serviço de inconfessáveis interesses de classe.
È isto que se adivinha num relance do novo «pacto de silêncio» que calou o principal arguido da «Moderna», deixando por explicar os meandros do «projecto de poder» e da «dilapidação» acontecida e a «coincidência» das várias agendas - criminais, políticas, mediáticas, de Rumsfeld, de Fátima F, etc – na «inocentação» de PPortas. Tão ocasional como, três dias depois, o seu chefe de gabinete ter visitado na cadeia o «amigo» JBGonçalves, que «não via há dois anos».
É isto que se vislumbra nas mentirolas e conspirações, «deslealdades» e golpadas do continuado assalto ao Estado, na Justiça, Defesa e Forças Armadas, Serviços de Informações Estratégicos, Polícia Judiciária Militar, Liga dos Combatentes, Cruz Vermelha, etc, mais o que na conjuntura se anuncia.
É isto que se percebe num ápice das devassas à dignidade do Estado e das Forças Armadas, anunciando medidas de política de Defesa em comícios do CDS/PP, mistificando «patriotismo» numa estratégia exclusiva de subordinação ao complexo militar-industrial USA e à intromissão dos seus mandaretes na vida política do país, como o inqualificável apoio do cônsul USA nos Açores, em «reunião centrista», à treta do «reforço de contrapartidas das Lages» que, quanto muito, serão discutidas daqui a meia dúzia de anos.
E é isto que se expressa nas propostas de «listas conjuntas» com o PSD nas europeias e regionais, ao menos nos Açores, de «maior aproximação», «candidato presidencial único» e «comissão política conjunta» e, no futuro, deixa-se já a ideia, a «fusão da direita», num projecto de poder «para muitos anos» - uma direita radical, populista e americanófila, em que PPortas possa pontificar, com o «velho PSD do centrão» deglutido e o Santana do «PPD» na Presidência.
É esta a ambição e o desígnio de PPortas. O resto são pulhices e tretas - «gambozinos ao saco».