Chaves

Governo asfixia regiões do interior

A Comissão Concelhia de Chaves do PCP analisou a situação do concelho «numa altura em que os problemas se avolumam e a crise económica e a postura do Governo PSD/PP se reflecte de forma particularmente grave na região». De facto, «as contenções cegas nas despesas asfixiam ainda mais as regiões do interior» e a «filosofia do "utilizador-pagador" aprofunda as desigualdades sociais» e acentua «a tendência de desertificação da região», portanto, o seu envelhecimento.
O projecto de encerramento dos postos dos CTT e de restrição dos «giros» dos carteiros e a subida marcada das taxas de lixo são exemplos das nefastas políticas nacionais e locais do PSD/PP, diz ainda a Concelhia de Chaves que, em relação à UTAD, defende um projecto de ensino superior público que represente «um salto qualitativo e quantitativo em relação ao existente», já que o que está em causa é «o direito de acesso da população do Alto Tâmega ao ensino». Daí que todos os «desvios» do executivo camarário no que respeita a esta questão sejam prejudiciais e se imponha a concentração de esforços, nomeadamente de escolas, professores e alunos, num amplo movimento que «alie o debate institucional à pressão das populações» em defesa de uma antiga aspiração.
Aliás, também a concretização do projecto de construção do IP3 exige a mobilização das populações que consideram «inegociável», por outro lado, a existência de qualquer tipo de encargo para os seus utilizadores.
A Concelhia do PCP teme, ainda, que a implementação do projecto POLIS esteja comprometida pelas opções orçamentais do executivo do PSD e denuncia os enormes atrasos na conclusão das obras do RX. Saúda, entretanto, a conclusão das piscinas municipais e, relativamente ao «Parque das Freiras» e à questão do estacionamento em Chaves, diz que, mais do que tornar o estacionamento no centro da cidade pago e explorado por privados, o que importa «é criar soluções que promovam o estacionamento mais periférico, associado a transportes públicos eficazes e acessíveis.
Por fim, os comunistas mostram-se preocupados com a intenção da Câmara de conceder a distribuição da água «em baixa», o que representaria uma «opção política irresponsável» que aliena o controlo de serviços indispensáveis à população que, mais cedo ou mais tarde, virá a sentir os efeitos gravosos desta medida.


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