Saudações solidárias

A derrota do pacote laboral no Parlamento foi saudada por sindicatos, federações e uniões da CGTP-IN, mas também por outras organizações.

O Movimento Democrático de Mulheres enalteceu, «com alegria e com orgulho, a luta das mulheres trabalhadoras», dirigindo «a nossa solidariedade e a nossa gratidão» para «todas as que não baixaram os braços». «Sem a força das mulheres, esta vitória não teria sido a mesma», realçou a Direcção Nacional do MDM, num comunicado de dia 20.

Para o Partido Ecologista «Os Verdes», a votação na AR foi «um chumbo justo, resultado da luta frente aos inúmeros ataques que têm vindo a enfraquecer a nossa democracia». A reprovação do pacote laboral constitui também «uma alavanca para um caminho incansável, determinado e reforçado, para as lutas que se antecipam, face à ofensiva da direita e da extrema-direita», afirma-se no comunicado de imprensa que o PEV emitiu no dia 19.

Numa breve saudação, publicada dia 19, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação destacou que «a luta dos trabalhadores é determinante para a defesa e melhoria dos direitos e, assim também, para a defesa da paz, da amizade e da cooperação».

«Com a luta da juventude, do povo e dos trabalhadores, não há inevitáveis», enfatizou o Comité Nacional Preparatório do 20.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, dia 19, notando que «não é inevitável retirar direitos a quem trabalha», «tal como não são inevitáveis o bloqueio contra Cuba, as agressões contra os povos da América Latina ou o genocídio em curso na Palestina».

 



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