Energia
A AR discutiu, no dia 13, iniciativas acerca das «comunidades de energia renovável». Alfredo Maia apontou que estas, enquanto forma de auto-produção e consumo de energia eléctrica, tendo potencial para solucionar algumas necessidades, «não podem ser a base para as necessidades do País», como prevêem os projectos. O deputado criticou, nomeadamente, o foco do Livre em torno de uma «“industrialização” destas comunidades», com soluções como alargar para 8 km a distância máxima para ser membro de uma comunidade.
«As comunidades de energia podem ser potenciadas, desde que integradas não numa lógica de mercado, mas de resposta complementar», assinalou, considerando que a “democratização” do acesso à energia eléctrica «não se resolve com a pulverização de modelos de produção de energia, mas com o controlo público do sector».




