Contra a liberalização da mobilidade eléctrica
A Assembleia apreciou, no dia 7, um decreto-lei de 2025 que estabelecia um novo regime jurídico da mobilidade eléctrica, «mais um elemento de desestabilização do sistema energético nacional e um entrave ao alargamento racional da rede de carregamento eléctrico», considerou Alfredo Maia.
Como explicou, o novo modelo «liberaliza sem freio a rede de postos de carregamento existentes» (actualmente geridos na esfera pública), levando a um serviço pior e mais caro, mecanismos de formação de preço ainda mais opacos e «lucros milionários para a meia dúzia de operadores».
«O PCP defende outra política para o sistema de mobilidade eléctrica, em benefício dos utilizadores», afirmou, assinalando que os comunistas continuarão a «lutar pela aposta firme nos transportes públicos», com mais oferta e trabalhadores e investimento em infra-estruturas e material circulante.




