Sérios problemas no Litoral Alentejano
A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano reuniu-se com os membros da região para analisar a situação dos serviços públicos e das infra-estruturas. No Serviço Nacional de Saúde, cerca de 25 mil utentes não têm médico de família, e três médicos do Centro de Saúde de Grândola reformam-se até ao final do ano, agravando a falta de consultas. Consultas em Canal Caveira decorrem apenas uma vez por mês, as obras no Centro de Saúde de Grândola avançam lentamente, e em Alcácer do Sal esperam-se intervenções há mais de um ano. Os utentes criticaram ainda o encerramento de maternidades nos hospitais de Setúbal e Barreiro.
Nas acessibilidades, estradas como o IC1 em Alcácer e as EN261, EN253, EN120, EN390 e EN262 apresentam condições críticas. A Estação de Comboios de Grândola carece de infra-estruturas básicas, e o Serviço de Finanças de Grândola não tem tesouraria, obrigando deslocações a Santiago do Cacém.
Para responder a estas carências, os utentes planeiam acções como distribuição de folhetos pelo IC1, abaixo-assinados para melhorias na estação de Grândola e entrega de petições com mais de 1000 assinaturas às autoridades, incluindo Presidente da República e primeiro-ministro. A Coordenadora solicitará ainda reuniões com Ministérios para defender e valorizar os serviços públicos da região.




