Luta avança nas faculdades
No dia 15, arrancou a campanha de luta «Ninguém fica para trás! Gratuitidade já!», dinamizada por associações de estudantes (AE) do Ensino Superior contra a intenção do Executivo em aumentar a propina.
«O caminho que os estudantes exigem é a gratuitidade, reforço do financiamento público, mas o Governo aponta no sentido contrário – elitizar e privatizar ainda mais o ensino», sublinham as estruturas no apelo da campanha. As AE apontam, ainda, outras motivações para o recurso à luta, como a inexistência de alojamento estudantil público, a acção social insuficiente ou a planeada revisão do regime jurídico. No apelo, é deixada, ainda, a promessa de sair às ruas durante a discussão do OE, contra opções «que não são inevitáveis e têm de ser revertidas».
Participam nesta campanha AE do Porto (EA-UCP, FAUP e FBAUP), Caldas da Rainha (ESAD.CR) e Lisboa (ESML, FCSH, FLUL, FPIE-UL e ISPA). Estavam previstas, para esta semana, acções nestas três cidades, bem como em Coimbra, Castelo Branco, Évora, Santarém, Algarve e Braga.




