O trabalho mostra a sua força a 28, no Dia Nacional de Luta

O Dia Na­ci­onal de Luta, con­vo­cado pela CGTP-IN para a pró­xima quarta-feira, 28, tem como lema «Au­mentar sa­lá­rios. Ga­rantir di­reitos. Contra o au­mento do custo de vida, pelo di­reito à saúde e à ha­bi­tação».

O Dia Na­ci­onal de Luta terá ex­pressão em todos os sec­tores e dis­tritos

A jornada, convocada pela Intersindical em meados de Maio, terá expressão «em todos os sectores e em todo o País, com greves, paralisações e concentrações nos locais de trabalho e empresas, com expressão de rua».

Vá­rias são já as ac­ções con­vo­cadas para dia 28 pelos sin­di­catos de di­versos sec­tores: na grande dis­tri­buição ali­mentar, está mar­cada uma greve de âm­bito na­ci­onal e três mar­chas; em greve es­tará também o sector das con­servas. A Al­tice, a Carnes Nobre e a Ma­tu­tano são três em­presas onde se re­gis­tarão pa­ra­li­sa­ções. O Con­selho Na­ci­onal da CGTP-IN, que se reúne hoje, 22, apre­sen­tará ao final da tarde as suas con­clu­sões, no­me­a­da­mente novos de­sen­vol­vi­mentos re­la­ci­o­nados com o Dia Na­ci­onal de Luta.

Para lá de rei­vin­di­ca­ções es­pe­cí­ficas de cada em­presa ou local de tra­balho, es­tarão em des­taque exi­gên­cias trans­ver­sais a todos os tra­ba­lha­dores, à ca­beça das se en­contra o au­mento «geral e sig­ni­fi­ca­tivo dos sa­lá­rios» em pelo menos 10 por cento, com um mí­nimo de 100 euros. Quanto ao sa­lário mí­nimo na­ci­onal co­loca-se o ob­jec­tivo dos 850 euros.

No Ma­ni­festo do Dia Na­ci­onal de Luta aponta-se ainda a va­lo­ri­zação das car­reiras e pro­fis­sões; a re­po­sição do di­reito de con­tra­tação co­lec­tiva, com a re­vo­gação da ca­du­ci­dade, bem como das res­tantes normas gra­vosas da le­gis­lação la­boral; a re­dução do ho­rário para as 35 horas de tra­balho se­manal para todos, sem perda de di­reitos e re­tri­bui­ções; o com­bate à pre­ca­ri­e­dade; o au­mento das pen­sões de re­forma; o re­forço do in­ves­ti­mento nos ser­viços pú­blicos e fun­ções so­ciais do Es­tado.



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