Guardas-florestais pararam dia 15

A greve dos guardas-florestais do SEPNA/GNR, na passada sexta-feira, dia 15, teve uma adesão de 95 por cento, como referiu à agência Lusa uma dirigente da FNSTFPS. Elisabete Gonçalves assinalou que a guarda-florestal é «a polícia criminal mais mal paga», o que foi ilustrado com declarações de alguns profissionais, durante a concentração que teve lugar no Terreiro do Paço, cerca das 12 horas, em frente ao Ministério da Administração Interna (na foto).

Refutando insinuações do ministro sobre a oportunidade da greve, a dirigente observou que o trabalho dos guardas-florestais é fiscalizar se a legislação está a ser aplicada, não é o combate aos incêndios. Por outro lado, a greve foi convocada no dia 5, perante a quebra de um compromisso do ministro, a 20 de Maio, para marcar nova reunião com os sindicatos num prazo de três semanas. O incumprimento, que permanece, foi visto como «um sinal no sentido da não resolução dos problemas».

 



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