Respostas urgentes para escolas e jardins de infância
«Garantir o número de trabalhadores efectivamente necessário, sem recurso ao trabalho precário, para desempenharem funções de carácter permanente; assegurar a exclusividade de funções dos assistentes operacionais e técnicos nas Escolas que transitaram para a responsabilidade dos municípios; manter os contratos a termo certo resolutivo de todos os técnicos especializados de educação, com vista à sua integração nos mapas de pessoal, e criar nestes os postos de trabalho capazes de consolidar a mobilidade geográfica dos técnicos superiores», foram as reivindicações centrais que dezenas de dirigentes, delegados e activistas sindicais da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) levaram, anteontem, ao Ministério da Educação.
Numa concentração promovida ao início da tarde de terça-feira, 28, a FNSTFPS denunciou os problemas que afectam os trabalhadores não-docentes das escolas e jardins de infância da rede pública e exigiu que sejam resolvidos antes do início do próximo ano lectivo, já que muitos subsistem apesar das promessas dos sucessivos governos.