Táxi exige intervenção urgente
Com uma vigília de trabalhadores do sector do táxi, amanhã, dia 18, em frente do Ministério do Ambiente, entre as 14 e as 20 horas, termina uma semana de contactos e discussão, promovida pelo STRUP e a Fectrans/CGTP-IN, em várias praças da cidade de Lisboa.
No documento distribuído nestes dias, o sindicato defende a intervenção do Estado para «salvar os postos de trabalho de milhares de profissionais, de modo a garantir a continuidade no sector» e para «regulamentar o sector do transporte individual, de modo a acabar com a concorrência desleal, cujos principais prejudicados são os trabalhadores».
Reclama ainda que seja garantida a negociação, para «actualizar a contratação colectiva, valorizar os salários e dignificar a profissão» e que haja fiscalização das relações de trabalho, de modo a «obrigar a cumprir a contratação colectiva e a legislação».
São defendidos «apoios concretos, que tenham em conta a realidade complexa da organização», sem «regras que dificultem o acesso aos apoios por parte das pequenas empresas», e que incluam os trabalhadores, pois «muitos estão sem qualquer protecção neste momento».
Este foi um dos problemas que motivaram a realização de uma concentração no dia 10, frente ao Ministério do Ambiente. Uma delegação da Fectrans entregou ao secretário de Estado da Mobilidade um documento sobre as empresas e sectores sob esta tutela, a defender «uma rápida intervenção do Governo, no sentido de evitar milhares de despedimentos» no sector do táxi e no transporte privado rodoviário de passageiros.