Produção parou dia 24 na DS Smith

Da elevada adesão à greve de 24 horas, realizada no dia 24, nas três fábricas da Nova DS Smith Embalagens, resultou a paralisação completa da produção, informou a Fiequimetal/CGTP-IN.

Os trabalhadores das unidades fabris em Guilhabreu (Vila do Conde), Marrazes (Leiria) e Albarraque (Sintra), durante a paralisação, reuniram-se no exterior das instalações. Em Albarraque, a secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, valorizou a luta e expressou a solidariedade da confederação.

Até ao final de Agosto, prossegue uma greve ao trabalho suplementar.

Esta foi «uma expressiva resposta à intransigência da administração na negociação da revisão do Acordo de Empresa», afirmou a federação, numa nota que divulgou nessa sexta-feira, explicando que «os trabalhadores, organizados nos sindicatos SITE Norte e SITE CSRA, estão em luta pelo aumento dos salários, pelo fim das discriminações, pela igualdade salarial, pelo fim do corte geracional, por trabalho igual com direitos iguais, pelo fim dos vínculos precários e em defesa dos direitos que emanam do Acordo de Empresa».

Em plenários, nos dias 9, 14 e 15 de Julho, os trabalhadores das três fábricas decidiram não aceitar a proposta final da administração. Esta resultaria em aumentos entre 12 e 15 euros, apesar dos bons resultados do Grupo DS Smith em 2019 (ano em que adquiriu o grupo espanhol Europac Embalagens) e no primeiro semestre de 2020.

 



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