Utentes à porta do Ministério da Saúde

Os utentes do Litoral Alentejano vão concentrar-se no dia 28 de Janeiro, às 10h00, junto do Ministério da Saúde, em Lisboa, contra a degradação dos cuidados de saúde. Segundo a Coordenadora das Comissões, na região há «mais de 10 mil utentes sem médico de família» e «localidades em que a população só tem cuidados médicos de 15 em 15 dias». Simultaneamente, falta «uma Ambulância Suporte Imediato de Vida no Serviço de Urgência Básico do Centro de Saúde de Alcácer do Sal».

Os utentes dão ainda conta de «instalações muito degradadas», como o Centro de Saúde de Santiago do Cacém e as extensões de saúde de Vila Nova de Santo André (Santiago do Cacém), de Melides (Grândola), de Vila Nova de Milfontes, de São Luís e de Saboia (Odemira).

Relativamente ao Hospital do Litoral Alentejano (HLA), os tempos máximos de resposta garantidos são, na sua maioria, ultrapassados, como é o caso das consultas de Otorrinolaringologia (mil dias, cerca de três anos). No HLA, o Serviço de Urgência Pediátrica funciona sem médico de especialidade e só há um médico, noutras especialidades, para cerca de 100 mil utentes.

Situação de emergência
Dois meses após o encerramento das urgências pediátricas do Hospital Garcia de Orta (HGO), os utentes voltaram a manifestar-se, desta vez à porta do Ministério da Saúde. O protesto de ontem, 22, foi promovido pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) e pelas comissões de utentes da saúde de Almada e do Seixal. O serviço encerrou por falta de especialistas.

 



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